Fraternidade de Aliança, núcleo do DJC e centro da unidade
Estamos meditando sobre a Identidade DJC dentro deste Temário da
Eclesialidade porque somos Igreja com estilo DJC, ou seja, com o Carisma
Vocacional do DJC. E a Fraternidade de Aliança, por ser o núcleo do nosso
Movimento é também o seu centro de unidade.
Ez 36,19 Assim diz o Senhor Javé: Pegarei a vara de José com as
tribos de Israel que estão com ele, e juntarei com a vara de Judá, de modo que
fiquem unidas em minha mão e formem uma vara só!
Na Igreja existem os diferentes carismas de fundação (coletivos)
que o Espírito Santo foi suscitando ao longo da História. Os carismas de
fundação (para diferenciar dos carismas individuais) são respostas concretas,
ou melhor, graças especiais de Deus para as diversas necessidades da sua
Igreja. Cada carisma de fundação gera laços entre os seus membros
(fraternidade, comunidade) e comporta um estilo de vida, um modo de ser cristão
e uma missão própria. Assim acontece, por exemplo, com as várias congregações
religiosas e os movimentos eclesiais.
Os membros de cada uma dessas instituições eclesiais acima
mencionadas têm em comum com todos os cristãos o Ser Igreja e a comum vocação
para a santidade e a missão de anunciar o evangelho. Mas, além disso, sentem no
seu coração uma atração, um carisma vocacional para moldar toda a sua vida de
acordo com o carisma fundacional do instituto e empregar todas as suas forças
na missão própria do instituto, de modo que a sua vida cristã passa a ser
dentro do ambiente do instituto e com a cara e o estilo deste instituto.
Tão grande é a unidade entre a vida particular do indivíduo e o
carisma do instituto, que os dois se confundem. Já não são dois, mas uma só
realidade, pois se cria um verdadeiro pacto de vida e aliança espiritual na
vida e missão. O indivíduo entra nos instituto e o instituto passa ser o
conjunto dos seus membros. Por isso, é de se esperar que o conjunto dos membros
do instituto também tenham uma vida muito próxima e parecida, inclusive com
distintivos, hábitos, horários e ministérios, pois o instituto é o conjunto deles
e um só carisma fundacional, uma só regra e uma só missão une a todos.
Dizer, eu sou tal instituto (Sou DJC... Ser DJC é bom demais...)
é a maneira alegre e espontânea que se encontra para se identificar no seio da
Igreja e da sociedade, pois tal identificação leva consigo todo um amor e
também todo um compromisso com Deus que lhe deu o carisma e com a Igreja e o
Instituto que lhe acolheram e confirmaram. Dizer “sou tal instituto” equivale a
dizer que Deus me atraiu para este carisma de tal forma que renegá-lo, fugir
dele, seria o mesmo que assinar a sua própria frustração existencial.
A Fraternidade de Aliança é formada pelos Discípulos que fizeram
toda formação inicial e o Nazireato, e após profundo discernimento pessoal e
comunitário decidiram celebrar o Compromisso de Aliança com Deus dentro do
Carisma DJC. Sem perder a sua personalidade, O DCA assume a Identidade DJC como
sendo a sua própria identidade e celebrar publicamente esta vocação,
comprometendo-se com a vida e a missão do DJC. Numa vida de oblação, sendo e
fazendo discípulos, e assumindo as outras dimensões da sua vida em conformidade
com o Carisma DJC, o DCA será feliz e o Pai Celeste será glorificado.
O Compromisso de Aliança não são votos religiosos como das
freiras, mas vincula o Comprometido a todo Carisma DJC, a quem deverá ser fiel.
Em virtude do
referido princípio de discernimento, não podem ser incluídas na categoria
específica da vida consagrada, aquelas formas de compromisso, se bem que
louváveis, que alguns esposos cristãos assumem em associações ou movimentos
eclesiais, quando, com a intenção de levarem à perfeição da caridade o seu
amor, ‘como que consagrado’ já no sacramento do matrimônio, confirmam com um
voto o dever de castidade próprio da vida conjugal e, sem transcurar os seus
deveres para com os filhos, professam a pobreza e a obediência”. (João Paulo
II, Vita Consecrata, 31)
A Fraternidade de Aliança é o lugar que Deus preparou dentro do
DJC aonde os DCAs caminham como irmãos no seguimento de Jesus, são acompanhados
e são enviados para servir nos diversos organismo do DJC. Por isso o Encontro
de Aliança mensal sempre é a prioridade das prioridades.
Aonde vão servir, os DCAs
calçam as sandálias da missão, com prontidão para SER e FAZER novos discípulos
no Caminho da Palavra de Deus. Cada casa do DJC torna-se assim um verdadeiro
Discipulado de Jesus Cristo.
A casa da Fraternidade de Aliança é a sede do DJC Geral. Ponto
de apoio dos DCAs, torna-se assim também a referência de todo DJC.
Os DCAs vivem a plenitude do Carisma DJC. Devem caminhar com
irmãos, se ajudar, para juntos servir a Igreja e o Reino de Deus em sintonia
com o Carisma DJC.
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Ser como Deus e decidir perdoar 70x7
O Salmo 102 revela que o Senhor é bondoso, compassivo e carinhoso.
Bendize, ó minha alma, ao Senhor, e todo o meu ser, seu santo nome!
Bendize, ó minha alma, ao Senhor, não te esqueças de nenhum de seus
favores!
Pois ele te perdoa toda culpa, e cura toda a tua enfermidade;
da sepultura ele salva a tua vida e te cerca de carinho e compaixão.
Não fica sempre repetindo as suas queixas, nem guarda eternamente o seu
rancor.
Não nos trata como exigem nossas faltas, nem nos pune em proporção às
nossas culpas.
Quanto os céus por sobre a terra se elevam, tanto é grande o seu amor
aos que o temem;
quanto dista o nascente do poente, tanto afasta para longe nossos
crimes.
O povo diz que filho de peixe, peixe é! Assim, também temos que ser
bondosos e compassivos e carinhosos. Nada mais manifesta a bondade, a compaixão
e o carinho que o perdão!
Perdoar não é esquecer o mal que alguém nos fez. Perdoar é decidir não
ser vingativo e amar até mesmo aquele que se fez nosso inimigo.
Pedro perguntou a Jesus quantas vezes deveria perdoar (Mt 18,21-35). Até
sete vezes? Como se até sete vezes fosse muita coisa. Jesus lhe diz não até
sete vezes, mas setenta vezes sete, ou seja, quantas vezes se fizer necessário.
Porque perdoar não é esquecer. Então toda vez que a lembrança de um mal
que alguém nos fez vier à nossa lembrança e o sentimento de vingança crescer no
nosso coração, devemos perdoar, decidir amar e não se vingar.
A lembrança vem de madrugada, eu decido perdoar!
Retorna pela manhã, perdoo mais uma vez!
Volta à tarde? Mais uma vez eu decido perdoar de novo!
E assim por diante... 70 x 7! Vou perdoando cada vez que se fizer
necessário perdoar o meu irmão que me prejudicou consciente ou
inconscientemente. Isto é decisão de amar quem me fez o mal, e não me vingar. O
perdão cura e liberta. A vingança perpétua o mal.
Está escrito no livro do Eclesiástico (27,33-28,9):
O rancor e a raiva são coisas detestáveis, até o pecador procura
dominá-las.
Quem se vingar encontrará a vingança do Senhor, que pedirá severas conta
dos seus pecados.
Perdoa a injustiça cometida por teu próximo: assim, quando orares, teus
pecados serão perdoados.
Se alguém guarda raiva contra o outro, como poderá pedir a Deus a cura?
Se não tem compaixão do seu semelhante, como poderá pedir perdão dos
seus pecados?
Se ele, que é um mortal, guarda rancor, quem é que vai alcançar perdão
para os seus pecados?
Lembra-te do teu fim e deixa de odiar; pensa na destruição e na morte, e
persevera nos mandamentos.
Pensa nos mandamentos, e não guardes rancor ao teu próximo.
Pensa na aliança do Altíssimo, e não leves em conta a falta alheia!
Na decisão de perdoar eu amo o inimigo e rezo por ele. Decido não pagar
o mal com o mal, mas, se preciso for, decido pagar o mal com o bem.
Decido tirar do coração todo sentimento ruim de rancor e ódio. O perdão
cura o coração, restaura as relações, reconstrói a família, o casamento, a
amizade e a sociedade.
Perdoar inclui a justiça, não a vingança. Justiça com amor inclui a
reparação dos prejuízos, mas não esmaga a dignidade do opressor.
Pe. Marcos Oliveira
Acompanhante Geral do DJC
17 09 23
Assunção de Nossa Senhora
- A profecia do Apocalipse 12 apresenta Maria:
Arca da Nova Aliança
Mulher vestida de sol (Glória)
Com a lua debaixo de seus pés
Coroada de virtudes
- São Paulo (1Cor 15,20-27) diz que:
Cristo ressuscitou dos mortos como primícias dos que morreram
Por Adão veio a morte, mas por Cristo veio a ressurreição
- O Evangelho (Lc 1,39-56) apresenta Santa Maria de Nazaré:
Cheia de Graça
Bendita entre as mulheres
Mãe do Senhor (Bendito o fruto do TEU ventre)
Mãe de Deus
Serva humilde de Deus
Proclamada bem-aventurada pelas gerações de ontem, hoje e sempre
- Conclusão:
Maria foi concebida sem o pecado
Salário do pecado é a morte/corrupção do corpo
Maria nunca pecou
Portanto, o corpo de Maria não se corrompeu após sua santa morte
(dormição)
Maria foi assunta aos céus em corpo e alma por um privilégio de Deus em
vista dela ser a Mãe do Salvador.
O Sangue de Jesus era sangue de Maria!
A Carne de Jesus era carne de Maria!
- Desde os primeiros cristãos a Igreja celebra a Assunção de Nossa
Senhora.
São João de Damasco já dizia em 749:
“Era necessário que aquela que, no parto, havia conservado ilesa sua
virgindade, conservasse também sem corrupção alguma seu corpo depois da morte.
Era preciso que aquela que havia trazido no seio o Criador feito menino
habitasse nos tabernáculos divinos. Era necessário que aquela que tinha visto o
Filho sobre a cruz, recebendo no coração aquela espada das dores das quais fora
imune ao dá-Lo à luz, O contemplasse sentado à direita do Pai. Era necessário
que a Mãe de Deus possuísse aquilo que pertence ao Filho e fosse honrada por
todas as criaturas como Mãe de Deus”.
O dogma da Assunção da Virgem Maria foi proclamado pelo Papa Pio XII em
1950.
Celebremos a Assunção de Nossa Senhora com muita alegria, sabendo que
ela lembra o que Deus também quer fazer em cada um de nós.
Pe. Marcos Oliveira
Acompanhante Geral do DJC
17 08 24
Resumo bíblico do Método de Evangelização e Desenvolvimento Integral do DJC (MEAD).
Palavra de Deus: Efésios 4,17.20-24
Aqui temos o
resumo do Método de Evangelização e Desenvolvimento Integral do DJC (MEAD).
Ef 4,17 Eis
pois o que eu digo e atesto no Senhor: não continueis a viver como vivem os
pagãos, cuja inteligência os leva para o nada. 20 Quanto a vós, não é assim que
aprendestes de Cristo, 21 se ao menos foi bem ele que ouvistes falar, e se é
ele que vos foi ensinado, em conformidade com a verdade que está em Jesus. 22
Renunciando à vossa existência passada, despojai-vos do homem velho, que se
corrompe sob o efeito das paixões enganadoras, 23 e renovai o vosso espírito e
a vossa mentalidade. 24 Revesti o homem novo, criado à imagem de Deus, em
verdadeira justiça e santidade.
Somos chamados a
viver com dignidade a vida verdadeira de filhos de Deus.
“Revesti o homem
novo, criado à imagem de Deus, em verdadeira justiça e santidade.” (v 24)
Para tanto,
precisamos:
1) Etapa do reavivamento
da vida cristã-batismal:
- Não continuar a
viver como vivem os pagãos, cuja inteligência os leva para o nada (v 17).
- Renunciar a
existência passada, despojar-se do homem velho, que se corrompe sob o efeito
das paixões enganadoras. (v 22)
- Renovar o nosso
espírito e a nossa mentalidade (v 23):
2) Etapa do desenvolvimento
integral da vida cristã-batismal:
- Aprender de Cristo
e viver em conformidade com a verdade que está em Jesus. (v 21)
Somos tentados a permanecer
no Egito, no mundo, na vida velha, com medo de morrer de fome, com preguiça de
dar os passos na travessia do deserto rumo a Canaã.
É Deus quem nos sustenta
com o Maná , o Pão da Vida, Jesus-Palavra, Jesus-Eucaristia.
Att,
Pe. Marcos Oliveira
Acompanhante Geral do DJC
04 08 24
Uma grande Tradição
Deus é Amor e Verdade. Ele se revelou salvando, e quanto mais salvava,
mais se revelava. É assim que uma mãe se revela ao seu filho, amamentando-o,
protegendo-o, colocando no colo, mas também ensinando, orientando, corrigindo.
É então que o filho vai reconhecendo aquela mulher como sua mãe, e passa a lhe
chamar mamãe. Não é porque ela fala muito, mas porque dá a vida por ele, ama e
ensina a viver.
A revelação do Deus Eterno na história da humanidade deu-se assim, de
forma concreta, processual, sempre com muito amor e verdade. Foi então que o
homem foi aprendendo quem ele é, qual a sua vontade e passou a lhe chamar de
Aba Pai, paizinho querido.
O arco histórico da Revelação Divina compreende um grande período de
dois mil anos, de Abraão, o pai da fé (Tg 2,21), até Jesus Cristo, a plenitude
da revelação (Jo 14,9). Toda esta revelação foi gerando uma verdadeira memória
coletiva e uma grande Tradição, pois desde os inícios os descendentes de Abraão
e os Apóstolos sentiram a necessidade de sempre fazer uma sagrada recordação
das maravilhas de Deus e o dever de passar adiante, de geração em geração. Eles
recordavam e transmitiam tudo aquilo que foram escutando e experienciando do
Deus Eterno agindo em seu favor. Tudo isso alimentava a sua fé, enraizava a sua
identidade de povo de Deus, fortalecia a sua esperança e dava sentido para a
vida. Nenhum povo vive sem memória e todo povo transmite a sua história.
Num primeiro momento a transmissão das maravilhas de Deus era oral, bem
repetitiva, a começar dos pais para os filhos, com muitos rituais, símbolos e
provérbios populares. Num segundo momento, colocavam por escrito, para que a
sagrada recordação das maravilhas de Deus nunca se perdesse no tempo ao longo
das gerações. E assim foram nascendo as Sagradas Escrituras.
A Bíblia Sagrada que temos hoje nasceu assim, dentro de uma grande
Tradição que remonta a Abraão e aos Apóstolos.
A lista dos livros do Antigo Testamento foi definida pelos judeus. A
lista dos livros do Novo Testamento foi definida pela Igreja Católica. De modo
que, a Bíblia completa que temos hoje, só foi possível porque a Igreja Católica
acolheu os livros do Antigo Testamento da mesma forma que Jesus e os Apóstolos
acolheram, e definiu quais livros formariam o Novo Testamento, tendo como
critério a sua apostolicidade, ou seja, tendo um Apóstolo ou uma genuína escola
apostólica na sua autoria. Por ter definido os livros do Novo Testamento e por
ministrar a sua autêntica interpretação, a Igreja Católica efetiva a sua
sublime missão como “coluna e sustentáculo da Verdade” (1Tm 3,16).
Antes de tudo temos a Revelação Divina na história. Deus se revelou
salvando, e quanto mais salvava, era então que se revelava cada vez mais, como
uma mãe se revela ao seu filho, agindo em seu favor, não só falando. Tudo isto
gerou uma grande Tradição de geração em geração. Foi nesta grande Tradição que
nasceram os livros da Bíblia Sagrada. E foi a Igreja quem definiu todos os
livros da Bíblia Sagrada como a temos hoje, seja porque decidiu acolher os
livros do Antigo Testamento da mesma forma que Jesus e os Apóstolos acolheram,
seja porque definiu quais era os livros do Novo Testamente tendo por critério a
sua apostolicidade.
Mas nem tudo foi posto por escrito na Bíblia, porque se fossem escrever
tudo que Jesus fez e ensinou, todos os livros do mundo não seriam suficientes.
Isto significa que a Igreja Católica bebe da Palavra de Deus nas
Sagradas Escrituras mas também na Sagrada Tradição Apostólica. Isto porque a
nossa Igreja é realmente Católica. Ela não acolhe só parte da Palavra de Deus,
mas toda Palavra de Deus que está tanto na Bíblia como na Tradição Apostólica.
Porque se a Igreja ficar só com a Bíblia, ela joga no lixo parte da Revelação
Divina que não foi posta por escrito mas que está conservada na grande Tradição
que vem de Jesus e dos Apóstolos. Nesse quesito a Igreja não tem autoridade
para decidir se fica só com a Bíblia ou só com a Tradição. Se quiser ser fiel a
Deus, Ela deve ficar com uma e com a outra, com a Bíblia a Tradição, porque não
podemos jogar fora parte daquilo que Deus revelou.
Cuidado com os protestantes. Ele dizem que só ficam com as Escrituras,
enquanto que as próprias Escrituras afirmam que existe uma grande Tradição
Apostólica para além dela, a qual também devemos acolher e obedecer. Não é uma
tradição qualquer. É a Tradição com T maiúsculo, a Tradição que vem dos
apóstolos que devemos obedecer, porque ela é a mesma Palavra de Deus que também
foi posta por escrito nas páginas da Bíblia. Na verdade, a própria Bíblia
nasceu dentro desta grande Tradição e é nesta grande Tradição que interpretamos
a Bíblia de forma coerente e fiel.
Uma grande Tradição Apostólica que remonta a Jesus e aos Apóstolos até
os dias de hoje... Esta é a verdade histórica. Os protestantes a renegam, daí
tanta confusão e heresias. Eles rasgam a Bíblia, rejeitam a Tradição que vem
dos apóstolos e interpretam a Palavra de Deus cada um de acordo com sua cabeça.
Como nem todos tem a lábia grande, uns acabam por seguir a tradição dos
fundadores das suas seitas. E haja confusão. A Igreja Católica não rasga a
Bíblia, foi ela quem a definiu e a interpreta sempre dentro da Tradição. Por
isso é fiel a Jesus e una. A Igreja católica nasceu em Pentecostes. O
protestantismo é uma verdadeira Torre de Babel. Fora da grande Tradição
Apostólica, só erro e confusão. E haja confusão!
Pe. Marcos Oliveira
Acompanhante Geral do DJC
28 06 24