Partilhe toda semana.
Um discípulo edificando o outro.
Acompanhante Geral: Pe. Marcos Oliveira
Pe. Marcos Oliveira: Acompanhante Geral do DJC
DJC CASCAVEL
Leila: Acompanhante Extensional
Edilma: Assistente Geral do Desenvolvimento Integral e Discipuladora do Grupo de Evangelização Misto
Francisco: Conselheiro Geral da Infraestrutura, Articulador da Infraestrutura e Tesoureiro
Maria: Ambientação e Devoção Mariana
DJC CANINDEZINHO
Zuleide: Assistente Geral das Vocações e Acompanhante Extensional
Neto: Assistente Geral do Reavivamento, Ministro de Oração e Pregador
Gleyson: Articulador da Bênção e Ministro de Oração
Carla Nobre: Intercessora
Conceição: Ministra de Oração
Quinha: Coordenadora da Devoção Mariana
Thiago: Ministro de Oração
Luciene (Nazireu): Coordenadora da Liturgia e Missionária da Campanha da Sagrada Família no Jereissati
Fátima Santos: Discipuladora do Grupo de Evangelização da Infraestrutura
Regina: Articuladora da Infraestrutura
Douglas: Ministro de Oração dos Casais
DJC PALMÁCIA
Otinha: Acompanhante Extensional e Discipuladora do Grupo de Evangelização Misto
Lourdinha: ?
Misa: Articuladora da Bênção
Roberlani: Articuladora da Infraestrutura
Genilson: Acolhimento
Helena: Ministra de Oração
Eudênia: Devoção Mariana.
DJC PACOTI
Regineide: Acompanhante Extensional
Jucy: Ministra de Oração e Coordenadora da Liturgia
DJC ANTÔNIO BEZERRA
Sheila Salles: Acompanhante Extensional e Secretária Geral
Socorro Carneiro: Devoção Mariana e MESC
Paulo Ricardo: Conselheiro Geral das Artes, Coordenador do Ministério Digital e Discipulador do Grupo de Evangelização de Jovens
DJC MUCUNÃ
Ercílio: Acompanhante Extensional
Marlene: Secretária
Nonata: Servidora no Grupo de Evangelização Misto e Livraria
Evanda: Articuladora dos Casais e Ministra de Oração
Derim: Articulador dos Casais e Administrador da Casa da Fraternidade de Aliança.
Raquel: Coordenadora do Ministério de Música e Discipuladora do Grupo de Evangelização de Crianças
Valdênio: Tesoureiro
Eudenha: Missionária da Campanha da Sagrada Família no Araturi
Terezinha: Missionária da Campanha da Sagrada Família no Araturi
DJC VILA
Daniele: Conselheira Geral da Bênção, Ministério de Liturgia e Discipuladora do Grupo de Evangelização de Crianças
DJC GUAIÚBA
Aparecida (Nazireu): Acompanhante Extensional e Missionária da Campanha da Sagrada Família no Jereissati
DJC DO SAGRADO
Marliene (Nazireu): Acompanhante Extensional e Discipuladora do Grupo de Evangelização Misto
Reunião da Fraternidade de Aliança
Toda quarta segunda-feira, 19h
Na Fraternidade de Aliança - Mucunã
Participação: Todos DCAs e Nazireus
DCAs e Nazireus, informem aqui nos comentários se o seu nome está faltando e se o seu ministério está certo. Muito obrigado!
- A profecia do Apocalipse 12 apresenta Maria:
Arca da Nova Aliança
Mulher vestida de sol (Glória)
Com a lua debaixo de seus pés
Coroada de virtudes
- São Paulo (1Cor 15,20-27) diz que:
Cristo ressuscitou dos mortos como primícias dos que morreram
Por Adão veio a morte, mas por Cristo veio a ressurreição
- O Evangelho (Lc 1,39-56) apresenta Santa Maria de Nazaré:
Cheia de Graça
Bendita entre as mulheres
Mãe do Senhor (Bendito o fruto do TEU ventre)
Mãe de Deus
Serva humilde de Deus
Proclamada bem-aventurada pelas gerações de ontem, hoje e sempre
- Conclusão:
Maria foi concebida sem o pecado
Salário do pecado é a morte/corrupção do corpo
Maria nunca pecou
Portanto, o corpo de Maria não se corrompeu após sua santa morte
(dormição)
Maria foi assunta aos céus em corpo e alma por um privilégio de Deus em
vista dela ser a Mãe do Salvador.
O Sangue de Jesus era sangue de Maria!
A Carne de Jesus era carne de Maria!
- Desde os primeiros cristãos a Igreja celebra a Assunção de Nossa
Senhora.
São João de Damasco já dizia em 749:
“Era necessário que aquela que, no parto, havia conservado ilesa sua
virgindade, conservasse também sem corrupção alguma seu corpo depois da morte.
Era preciso que aquela que havia trazido no seio o Criador feito menino
habitasse nos tabernáculos divinos. Era necessário que aquela que tinha visto o
Filho sobre a cruz, recebendo no coração aquela espada das dores das quais fora
imune ao dá-Lo à luz, O contemplasse sentado à direita do Pai. Era necessário
que a Mãe de Deus possuísse aquilo que pertence ao Filho e fosse honrada por
todas as criaturas como Mãe de Deus”.
O dogma da Assunção da Virgem Maria foi proclamado pelo Papa Pio XII em
1950.
Celebremos a Assunção de Nossa Senhora com muita alegria, sabendo que
ela lembra o que Deus também quer fazer em cada um de nós.
Pe. Marcos Oliveira
Acompanhante Geral do DJC
17 08 24
Palavra de Deus: Efésios 4,17.20-24
Aqui temos o
resumo do Método de Evangelização e Desenvolvimento Integral do DJC (MEAD).
Ef 4,17 Eis
pois o que eu digo e atesto no Senhor: não continueis a viver como vivem os
pagãos, cuja inteligência os leva para o nada. 20 Quanto a vós, não é assim que
aprendestes de Cristo, 21 se ao menos foi bem ele que ouvistes falar, e se é
ele que vos foi ensinado, em conformidade com a verdade que está em Jesus. 22
Renunciando à vossa existência passada, despojai-vos do homem velho, que se
corrompe sob o efeito das paixões enganadoras, 23 e renovai o vosso espírito e
a vossa mentalidade. 24 Revesti o homem novo, criado à imagem de Deus, em
verdadeira justiça e santidade.
Somos chamados a
viver com dignidade a vida verdadeira de filhos de Deus.
“Revesti o homem
novo, criado à imagem de Deus, em verdadeira justiça e santidade.” (v 24)
Para tanto,
precisamos:
1) Etapa do reavivamento
da vida cristã-batismal:
- Não continuar a
viver como vivem os pagãos, cuja inteligência os leva para o nada (v 17).
- Renunciar a
existência passada, despojar-se do homem velho, que se corrompe sob o efeito
das paixões enganadoras. (v 22)
- Renovar o nosso
espírito e a nossa mentalidade (v 23):
2) Etapa do desenvolvimento
integral da vida cristã-batismal:
- Aprender de Cristo
e viver em conformidade com a verdade que está em Jesus. (v 21)
Somos tentados a permanecer
no Egito, no mundo, na vida velha, com medo de morrer de fome, com preguiça de
dar os passos na travessia do deserto rumo a Canaã.
É Deus quem nos sustenta
com o Maná , o Pão da Vida, Jesus-Palavra, Jesus-Eucaristia.
Att,
Pe. Marcos Oliveira
Acompanhante Geral do DJC
04 08 24
Deus é Amor e Verdade. Ele se revelou salvando, e quanto mais salvava,
mais se revelava. É assim que uma mãe se revela ao seu filho, amamentando-o,
protegendo-o, colocando no colo, mas também ensinando, orientando, corrigindo.
É então que o filho vai reconhecendo aquela mulher como sua mãe, e passa a lhe
chamar mamãe. Não é porque ela fala muito, mas porque dá a vida por ele, ama e
ensina a viver.
A revelação do Deus Eterno na história da humanidade deu-se assim, de
forma concreta, processual, sempre com muito amor e verdade. Foi então que o
homem foi aprendendo quem ele é, qual a sua vontade e passou a lhe chamar de
Aba Pai, paizinho querido.
O arco histórico da Revelação Divina compreende um grande período de
dois mil anos, de Abraão, o pai da fé (Tg 2,21), até Jesus Cristo, a plenitude
da revelação (Jo 14,9). Toda esta revelação foi gerando uma verdadeira memória
coletiva e uma grande Tradição, pois desde os inícios os descendentes de Abraão
e os Apóstolos sentiram a necessidade de sempre fazer uma sagrada recordação
das maravilhas de Deus e o dever de passar adiante, de geração em geração. Eles
recordavam e transmitiam tudo aquilo que foram escutando e experienciando do
Deus Eterno agindo em seu favor. Tudo isso alimentava a sua fé, enraizava a sua
identidade de povo de Deus, fortalecia a sua esperança e dava sentido para a
vida. Nenhum povo vive sem memória e todo povo transmite a sua história.
Num primeiro momento a transmissão das maravilhas de Deus era oral, bem
repetitiva, a começar dos pais para os filhos, com muitos rituais, símbolos e
provérbios populares. Num segundo momento, colocavam por escrito, para que a
sagrada recordação das maravilhas de Deus nunca se perdesse no tempo ao longo
das gerações. E assim foram nascendo as Sagradas Escrituras.
A Bíblia Sagrada que temos hoje nasceu assim, dentro de uma grande
Tradição que remonta a Abraão e aos Apóstolos.
A lista dos livros do Antigo Testamento foi definida pelos judeus. A
lista dos livros do Novo Testamento foi definida pela Igreja Católica. De modo
que, a Bíblia completa que temos hoje, só foi possível porque a Igreja Católica
acolheu os livros do Antigo Testamento da mesma forma que Jesus e os Apóstolos
acolheram, e definiu quais livros formariam o Novo Testamento, tendo como
critério a sua apostolicidade, ou seja, tendo um Apóstolo ou uma genuína escola
apostólica na sua autoria. Por ter definido os livros do Novo Testamento e por
ministrar a sua autêntica interpretação, a Igreja Católica efetiva a sua
sublime missão como “coluna e sustentáculo da Verdade” (1Tm 3,16).
Antes de tudo temos a Revelação Divina na história. Deus se revelou
salvando, e quanto mais salvava, era então que se revelava cada vez mais, como
uma mãe se revela ao seu filho, agindo em seu favor, não só falando. Tudo isto
gerou uma grande Tradição de geração em geração. Foi nesta grande Tradição que
nasceram os livros da Bíblia Sagrada. E foi a Igreja quem definiu todos os
livros da Bíblia Sagrada como a temos hoje, seja porque decidiu acolher os
livros do Antigo Testamento da mesma forma que Jesus e os Apóstolos acolheram,
seja porque definiu quais era os livros do Novo Testamente tendo por critério a
sua apostolicidade.
Mas nem tudo foi posto por escrito na Bíblia, porque se fossem escrever
tudo que Jesus fez e ensinou, todos os livros do mundo não seriam suficientes.
Isto significa que a Igreja Católica bebe da Palavra de Deus nas
Sagradas Escrituras mas também na Sagrada Tradição Apostólica. Isto porque a
nossa Igreja é realmente Católica. Ela não acolhe só parte da Palavra de Deus,
mas toda Palavra de Deus que está tanto na Bíblia como na Tradição Apostólica.
Porque se a Igreja ficar só com a Bíblia, ela joga no lixo parte da Revelação
Divina que não foi posta por escrito mas que está conservada na grande Tradição
que vem de Jesus e dos Apóstolos. Nesse quesito a Igreja não tem autoridade
para decidir se fica só com a Bíblia ou só com a Tradição. Se quiser ser fiel a
Deus, Ela deve ficar com uma e com a outra, com a Bíblia a Tradição, porque não
podemos jogar fora parte daquilo que Deus revelou.
Cuidado com os protestantes. Ele dizem que só ficam com as Escrituras,
enquanto que as próprias Escrituras afirmam que existe uma grande Tradição
Apostólica para além dela, a qual também devemos acolher e obedecer. Não é uma
tradição qualquer. É a Tradição com T maiúsculo, a Tradição que vem dos
apóstolos que devemos obedecer, porque ela é a mesma Palavra de Deus que também
foi posta por escrito nas páginas da Bíblia. Na verdade, a própria Bíblia
nasceu dentro desta grande Tradição e é nesta grande Tradição que interpretamos
a Bíblia de forma coerente e fiel.
Uma grande Tradição Apostólica que remonta a Jesus e aos Apóstolos até
os dias de hoje... Esta é a verdade histórica. Os protestantes a renegam, daí
tanta confusão e heresias. Eles rasgam a Bíblia, rejeitam a Tradição que vem
dos apóstolos e interpretam a Palavra de Deus cada um de acordo com sua cabeça.
Como nem todos tem a lábia grande, uns acabam por seguir a tradição dos
fundadores das suas seitas. E haja confusão. A Igreja Católica não rasga a
Bíblia, foi ela quem a definiu e a interpreta sempre dentro da Tradição. Por
isso é fiel a Jesus e una. A Igreja católica nasceu em Pentecostes. O
protestantismo é uma verdadeira Torre de Babel. Fora da grande Tradição
Apostólica, só erro e confusão. E haja confusão!
Pe. Marcos Oliveira
Acompanhante Geral do DJC
28 06 24
Os primeiros
cristãos tinham uma profunda consciência de que em Cristo viviam vida nova na
Graça do Espírito. Diferentes dos mortos que jazem nas trevas do mundo, eles
eram os vivos (2Cor 4,11), cheios da Graça de Deus e com a sublime missão de ser
“sal da terra e luz do mundo”.
Porém, eles
também tinham a consciência de que levavam o precioso tesouro da vida nova da
Graça de Deus em “vasos de barro” para que todos reconheçam que este poder
extraordinário vem de Deus e não do homem, e de que o homem deve zelar pela sua
dignidade em vista do vaso não se quebrar e o preciso conteúdo ser derramado e
desperdiçado (2Cor 4,7).
É nesta
perspectiva de salvaguardar a dignidade humana, a fim de que o vaso de barro não
se quebre, que devemos interpretar a espiritualidade do sábado promulgado por
Deus:
Dt 5,12 Guarda o
dia de sábado, para o santificares, como o Senhor teu Deus te mandou. 13
Trabalharás seis dias e neles farás todas as tuas obras. 14 O sétimo dia é o do
sábado, o dia do descanso dedicado ao Senhor teu Deus. 15 Lembra-te de que
foste escravo no Egito e que de lá o Senhor teu Deus te fez sair com mão forte
e braço estendido. É por isso que o Senhor teu Deus te mandou guardar o sábado.
Na Bíblia Sagrada
sábado não é bem um dia do calendário, até porque o próprio calendário não consegue
acompanhar a cronologia do tempo de forma precisa. Ninguém garante que o 7º dia
da semana de hoje coincide realmente com o 7º dia da criação do mundo, porque é
impossível marcar os movimentos de rotação e translação da terra com precisão nos
dias de hoje, quanto mais nos tempos antigos.
Sábado é mais que
um dia do calendário. Sábado significa dia de descanso para salvaguardar a
dignidade humana e glorificar o Deus da Vida. O princípio moral da Lei de Deus
é este: a cada seis de trabalho, um deve ser o sábado, ou seja, o dia de
descanso.
No dia de
descanso o homem de barro recarrega as energias do corpo, reintegra a sua personalidade,
suaviza a mente, convive mais com a família e adora Deus. É assim que ele
santifica o dia de sábado.
Quando os judeus
se estabeleceram na Palestina eles organizaram a sociedade de tal forma que todos
descansavam no mesmo dia. E nesse dia cultuavam o Deus Libertador com mais
tempo e solenidade. Trabalhavam seis dias e descansavam no dia seguinte.
Quando os Apóstolos
e os primeiros cristãos foram se organizando em comunidades eles também foram reservando
o dia que Jesus Ressuscitou para ser o dia de descanso comum para todos e
passaram a chamar de domingo, ou seja, Dia do Senhor. Nesse dia celebravam a
Eucaristia com mais tempo e solenidade. Da mesma forma que os judeus, os cristãos
também trabalhavam seis dias e descansavam no dia seguinte. Os judeus
descansavam num dia, os cristãos descansavam em outro dia. Mas o princípio moral
era o mesmo. Dia de descanso para o homem de barro recarregar as energias do
corpo, reintegrar a sua personalidade, suavizar a mente, conviver mais com a
família e adorar Deus. Desta forma os primeiros cristãos lembravam da importância
e do sentido do sábado: "O sábado foi feito para o homem, e não o homem para
o sábado!” (Mc 2,27)
O sábado foi instituído
para a dignidade humana e glória de Deus. A cada seis de trabalho, um deve ser
para descanso, e Deus não abre mão!
Pe. Marcos Oliveira
Acompanhante Geral do DJC
02 06 24
Cultura vem da Palavra Latina colere, que significa cuidar. Cuidar da terra. Daí o nomes agricultura, ou seja, cultura da terra.
Com o tempo a palavra cultura passou a significar toda interferência do homem na natureza em vista da sua sobrevivência nas diversas regiões e situações.
Os animais nascem preparados para viver em um determinado ambiente: peixe na água, pássaros no céu, macaco nas árvores, urso no gelo etc
Mas o homem nasce frágil e todo dependente.
Com o seu cérebro o homem vai interferindo na natureza e criando as condições para sobreviver: dominou o fogo para comer carne, esquentar-se e se defender de feras selvagens; cultivou plantas para se alimentar e domesticou animais; inventou o navio para nadar como os peixes e o avião para voar como os passarinhos, etc
Os animais nascem preparados para um ambiente, mas só conseguem viver nesse ambiente. O homem nasce frágil para viver em qualquer ambiente, mas com o seu cérebro vai criando os meios e formas para sobreviver e com o tempo consegue viver em diversos ambientes.
A cultura é o resultado dessa interferência do homem na natureza com o seu cérebro, inicialmente em vista da sua sobrevivência.
Esses conhecimentos, comportamentos e invenções vão se acumulando e sendo repassados de pais para filhos, de geração em geração.
Assim, cada povo e cada organização social tem a sua própria cultura, com a sua linguagem, símbolos, roupas, alimentos, costumes e valores morais.
Quando a criança nasce, ela nasce bem frágil e toda dependente dos seus pais. Ela vai adquirindo toda cultura dos pais na prática, a medida que vai crescendo e convivendo com eles e outras pessoas na família, escola, igreja e sociedade em geral.
A cultura gera um jeito de ser na pessoa, interferindo no seu modo de se comunicar, se comportar e até mesmo enxergar o mundo.
Diferentemente dos animais, o homem é um ser cultural, seja porque pode interferir na natureza e criar coisas para sobreviver, seja porque pode aprender toda bagagem cultural do seu povo e passá-la adiante.
A cultura nasce do homem e ao mesmo tempo o envolve por todos os lados e por dentro. Inconscientemente, a criança adquire até o sotaque e trejeitos dos seus pais, tamanha é a influência da cultura na sua vida.
A cultura passa a ser o mundo da pessoa e do seu relacionamento com outras pessoas.
Cultura discipular significa que devemos imitar, viver, pensar e agir do jeito que Jesus, São Paulo e os Apóstolos viviam, pensavam e agiam.
Cultura discipular significa que devemos criar ou cultivar um ambiente aonde todos que cheguem ao nosso convívio irão ser contagiados, reavivados no Espírito Santo e terão o desejo e a alegria de crescer no conhecimento da Palavra de Deus e viver como católicos verdadeiros.
Cultura é algo que se cultiva, é algo que se constrói. Ela não cai pronta do céu.
O mundo construiu sua cultura pagã que contagia, deforma e incentiva para uma vida distante de Deus.
Temos que criar a Cultura Discipular... Como criar esta cultura na prática?
Att,
Pe. Marcos Oliveira
Acompanhante Geral do DJC
17 09 23