DJC, nosso estilo de Ser Igreja

 

DJC, nosso estilo de Ser Igreja

 

Somos Igreja com o estilo DJC. A Fraternidade de Aliança, por ser o núcleo do nosso Movimento, é também o seu centro de unidade e maior expressão do nosso Carisma Vocacional.

 

 

1 - Apostolicam Actuositatem

 

Nossa primeira meditação será com o Decreto Apostolicam Actuositatem do Concílio Vaticano II, sobre o Apostolado dos Leigos:

 

O apostolado dos leigos, que deriva da própria vocação cristã, jamais poderá faltar na Igreja. A mesma Sagrada Escritura demonstra abundantemente como foi espontânea e frutuosa esta atividade no começo da Igreja (At 11,19-21; 18,26; Rm 16,1-16; Fl 4,3).

A Igreja nasceu para tornar todos os homens participantes da redenção salvadora e, por eles, ordenar efetivamente a Cristo o universo inteiro, dilatando pelo mundo o seu reino para glória de Deus Pai. Toda a atividade do Corpo Místico que a este fim se oriente, chama-se apostolado. A Igreja exerce-o de diversas maneiras, por meio de todos os seus membros, já que a vocação cristã é também, por sua própria natureza, vocação ao apostolado. Do mesmo modo que num corpo vivo nenhum membro tem um papel meramente passivo, mas antes, juntamente com a vida do corpo, também participa na sua atividade, assim também no Corpo de Cristo, que é a Igreja, todo o corpo «cresce segundo a operação própria de cada um dos seus membros» (Ef 4,16). Mais ainda: é tanta neste corpo a conexão e coesão dos membros (Ef 4,16), que se deve dizer que não aproveita nem à Igreja nem a si mesmo aquele membro que não trabalhar para o crescimento do corpo, segundo a própria capacidade.

Existe na Igreja diversidade de funções, mas unidade de missão. Aos Apóstolos e seus sucessores, confiou Cristo a missão de ensinar, santificar e governar em seu nome e com o seu poder. Mas os leigos, dado que são participantes do múnus sacerdotal, profético e real de Cristo, têm um papel próprio a desempenhar na missão do inteiro Povo de Deus, na Igreja e no mundo. Exercem, com efeito, apostolado com a sua ação para evangelizar e santificar os homens e para impregnar e aperfeiçoar a ordem temporal com o espírito do Evangelho; deste modo, a sua atividade nesta ordem dá claro testemunho de Cristo e contribui para a salvação dos homens. E sendo próprio do estado dos leigos viver no meio do mundo e das ocupações seculares, eles são chamados por Deus para, cheios de fervor cristão, exercerem como fermento o seu apostolado no meio do mundo.

O dever e o direito ao apostolado advêm aos leigos da sua mesma união com Cristo cabeça. Com efeito, inseridos pelo Batismo no Corpo Místico de Cristo, e robustecidos pela Confirmação com a força do Espírito Santo, é pelo Senhor mesmo que são destinados ao apostolado. São consagrados em ordem a um sacerdócio real e um povo santo (1Pd 2,4-10) para que todas as suas atividades sejam oblações espirituais e por toda a terra deem testemunho de Cristo. E os sacramentos, sobretudo a sagrada Eucaristia, comunicam e alimentam neles aquele amor que é a alma de todo o apostolado.

O Espírito Santo - que opera a santificação do Povo de Deus por meio do ministério e dos sacramentos - concede também aos fiéis, para exercerem este apostolado, dons particulares (1Cor 12,7), «distribuindo-os por cada um conforme lhe apraz» (1Cor 12,11), a fim de que «cada um ponha ao serviço dos outros a graça que recebeu» e todos atuem, «como bons administradores da multiforme graça de Deus» (1Pd 4,10), para a edificação, no amor, do corpo todo (Ef4,). A recepção destes carismas, mesmo dos mais simples, confere a cada um dos fiéis o direito e o dever de os atuar na Igreja e no mundo, para bem dos homens e edificação da Igreja, na liberdade do Espírito Santo, que sopra onde quer (Jo 3,8) e, simultaneamente, em comunhão com os outros irmãos em Cristo, sobretudo com os próprios pastores; a estes compete julgar da sua autenticidade e exercício ordenado, não de modo a apagarem o Espírito, mas para que tudo apreciem e retenham o que é bom (1Tes 5,12.19.21).

A obra redentora de Cristo, que por natureza visa salvar os homens, compreende também a restauração de toda a ordem temporal. Daí que a missão da Igreja consiste não só em levar aos homens a mensagem e a graça de Cristo, mas também em penetrar e atuar com o espírito do Evangelho as realidades temporais. Por este motivo, os leigos, realizando esta missão da Igreja, exercem o seu apostolado tanto na Igreja como no mundo, tanto na ordem espiritual como na temporal. Estas ordens, embora distintas, estão de tal modo unidas no único desígnio divino que o próprio Deus pretende reintegrar, em Cristo, o universo inteiro, numa nova criatura, dum modo incoativo na terra, plenamente no último dia. O leigo, que é simultaneamente fiel e cidadão, deve sempre guiar-se, em ambas as ordens, por uma única consciência, a cristã.

Inúmeras oportunidades se oferecem aos leigos para exercerem o apostolado de evangelização e santificação. O próprio testemunho da vida cristã e as obras, feitas com espírito sobrenatural, têm eficácia para atrair os homens à fé e a Deus; diz o Senhor: «Assim brilhe a vossa luz diante dos homens, de modo que vejam as vossas boas obras e deem glória ao vosso Pai que está nos céus» (Mt 5,16).

Este apostolado, contudo, não consiste apenas no testemunho da vida; o verdadeiro apóstolo busca ocasiões de anunciar Cristo por palavra, quer aos não crentes para os levar à fé, quer aos fiéis, para os instruir, confirmar e animar a uma vida fervorosa; «com efeito, o amor de Cristo estimula-nos» (2Cor 5,14); e devem encontrar eco no coração de todos aquelas palavras do Apóstolo: «ai de mim, se não prego o Evangelho» (1Cor 9,16).

Porque participam no múnus sacerdotal, profético e real de Cristo, têm os leigos parte ativa na vida e ação da Igreja. A sua ação dentro das comunidades eclesiais é tão necessária que, sem ela, o próprio apostolado dos pastores não pode conseguir, a maior parte das vezes, todo o seu efeito. Porque os leigos com verdadeira mentalidade apostólica, à imagem daqueles homens e mulheres que ajudavam Paulo na propagação do Evangelho (At 18,18, 20; Rm 16,3), suprem o que falta a seus irmãos e revigoram o espírito dos pastores e dos outros membros do povo fiel (1Cor 16,17-18). Pois eles, fortalecidos pela participação ativa na vida litúrgica da comunidade, empenham-se nas obras apostólicas da mesma. Conduzem à Igreja os homens que porventura andem longe, cooperam intensamente na comunicação da palavra de Deus, sobretudo pela atividade catequética, e tornam mais eficaz, com o contributo da sua competência, a cura de almas e até a administração dos bens da Igreja.

A paróquia dá-nos um exemplo claro de apostolado comunitário porque congrega numa unidade toda a diversidade humana que aí se encontra e a insere na universalidade da Igreja. Acostumem-se os leigos a trabalhar na paróquia intimamente unidos aos seus sacerdotes, a trazer para a comunidade eclesial os próprios problemas e os do mundo e as questões que dizem respeito à salvação dos homens, para que se examinem e resolvam no confronto de vários pareceres. Acostumem-se, por fim, a prestar auxílio a toda a iniciativa apostólica e missionária da sua comunidade eclesial na medida das próprias forças.

Os leigos podem exercer a sua ação apostólica quer como indivíduos quer unidos em diversas comunidades e associações.

Os fiéis são chamados a exercer o apostolado individual nas diversas condições da sua vida. Lembrem-se, contudo, que o homem é, por natureza, social, e que aprouve ao Senhor unir um Povo de Deus (1Pd 2,5-10) e num corpo (1Cor 12,12) os que creem em Cristo. Portanto, o apostolado em associação responde com fidelidade à exigência humana e cristã dos fiéis e é, ao mesmo tempo, sinal da comunhão e da unidade da Igreja em Cristo que disse: «Onde estão dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles (Mt. 18,20).

Os fiéis exerçam, por conseguinte, o seu apostolado trabalhando para um só fim. Sejam apóstolos assim nas suas comunidades familiares como nas paróquias e dioceses, as quais exprimem a índole comunitária do apostolado. Exerçam-no também nas associações livres que resolverem formar.

O apostolado em associação é de grande importância também porque, nas comunidades eclesiais e nos vários meios, o apostolado exige com frequência ser realizado mediante a ação comum. As associações criadas para a ação apostólica comum fortalecem os seus membros e formam-nos para o apostolado. Além disso, distribuem ordenadamente e orientam o seu trabalho apostólico, de modo que se podem esperar daí frutos muito mais abundantes do que se agisse cada um por sua conta.

Há uma grande variedade de associações de apostolado. Umas propõem-se o fim apostólico geral da Igreja. Outras, de modo particular, fins de evangelização e santificação. Outras, ainda, têm como fim animar cristãmente a ordem temporal. Finalmente, algumas dão testemunho de Cristo, de modo especial, pelas obras de misericórdia e de caridade.

Entre estas associações são de considerar, antes de mais, aquelas que fomentam e promovem uma unidade mais íntima entre a vida prática dos membros e a sua fé. As associações não têm em si o seu fim, mas devem servir à missão que a Igreja tem de cumprir para com o mundo. A sua força apostólica depende da conformidade com os fins da Igreja e do testemunho cristão e espírito evangélico de cada um dos membros e de toda a associação.

O dever universal da missão da Igreja, dado o progresso das instituições e, ao mesmo tempo, o impulso do desenvolvimento da sociedade moderna, exige que as iniciativas apostólicas dos católicos aperfeiçoem cada vez mais as formas associadas no campo internacional. As Organizações Católicas Internacionais conseguirão melhor o seu fim se as associações que as formam e os seus membros a elas se unirem mais intimamente.

Respeitada a devida relação com a autoridade eclesiásticas, os leigos têm o direito de fundar associações, governá-las, e, uma vez fundadas, dar-lhes um nome. Deve-se, contudo, evitar a dispersão de forças que se verifica se se promovem, sem razão suficiente, novas associações e obras, ou se se mantêm, sem utilidade, associações ou métodos obsoletos. Nem sempre será oportuno que formas criadas numa nação sejam trasladadas, sem critério, para outras.

Os leigos, cooperando a seu modo com a Hierarquia, contribuem com a sua experiência e assumem a sua responsabilidade no governo destas organizações, no estudo das condições em que a ação pastoral da Igreja se deve exercer e na elaboração e execução dos planos a realizar.

Os leigos agem unidos como um corpo orgânico, para que se manifeste com maior evidência a comunidade da Igreja e o apostolado seja mais eficaz.

Tenham-se na devida estima todas as associações de apostolado. Mas aquelas que a Hierarquia, segundo as necessidades do tempo e do lugar, louvar, recomendar ou mandar instituir como mais urgentes, devem ser tidas em alto apreço e ser promovidas pelos sacerdotes, religiosos e leigos, segundo a maneira que lhes é própria. Entre elas, porém, devem-se hoje contar sobretudo as associações ou agrupamentos internacionais de católicos.

Tanto os Bispos como os párocos e demais sacerdotes de ambos os cleros, devem ter presente que o direito e dever de exercer o apostolado são comuns a todos os fiéis, clérigos e leigos, e que também estes últimos têm um papel a desempenhar na edificação da Igreja. Tratem, pois, fraternalmente com os leigos na Igreja e para a Igreja, e tenham deles cuidado especial nas suas obras apostólicas.

A plena eficácia do apostolado só se pode alcançar com uma formação multiforme e integral. Exigem-na tanto o contínuo progresso espiritual e doutrinal do próprio leigo, como as diversas circunstâncias de coisas, pessoas e encargos a que a sua atividade se deve acomodar. Além da formação comum a todos os cristãos, não poucas formas de apostolado requerem uma formação peculiar e específica, por causa da diversidade de pessoas e circunstâncias.

Para os leigos consagrados ao apostolado, existem já muitos meios por exemplo, sessões, congressos, recolecções, exercícios espirituais, reuniões frequentes, conferências, livros, revistas para se conseguir um mais perfeito conhecimento da Sagrada Escritura e da doutrina católica, para alimentar a vida espiritual e ainda para conhecer o estado do mundo e para encontrar e cultivar métodos adaptados.

Por isso, o sagrado Concílio pede instantemente no Senhor a todos os leigos que respondam com decisão de vontade, ânimo generoso e disponibilidade de coração à voz de Cristo, que nesta hora os convida com maior insistência, e ao impulso do Espírito Santo. Os mais novos tomem como dirigido a si de modo particular este chamamento, e recebam-no com alegria e magnanimidade. Com efeito, é o próprio Senhor que, por meio deste sagrado Concílio, mais uma vez convida todos os leigos a que se unam a Ele cada vez mais intimamente, e sentindo como próprio o que é d'Ele (Fl 2,5), se associem à Sua missão salvadora. É Ele quem de novo os envia a todas as cidades e lugares aonde há-de chegar (Lc 10,1); para que, nas diversas formas e modalidades do apostolado único da Igreja, se tornem verdadeiros cooperadores de Cristo, trabalhando sempre na obra do Senhor com plena consciência de que o seu trabalho não é vão no Senhor (1Cor 15,28).

 

Papa Paulo VI

 

 

 

2 - Identidade DJC

 

O Papa Paulo VI falava no Decreto Apostolicam Actuositatem do Concílio Vaticano II, sobre o Apostolado dos Leigos, que há “uma grande variedade de associações de apostolado. Umas propõem-se o fim apostólico geral da Igreja. Outras, de modo particular, fins de evangelização e santificação. Outras, ainda, têm como fim animar cristãmente a ordem temporal. Finalmente, algumas dão testemunho de Cristo, de modo especial, pelas obras de misericórdia e de caridade. Entre estas associações são de considerar, antes de mais, aquelas que fomentam e promovem uma unidade mais íntima entre a vida prática dos membros e a sua fé. As associações não têm em si o seu fim, mas devem servir à missão que a Igreja tem de cumprir para com o mundo. A sua força apostólica depende da conformidade com os fins da Igreja e do testemunho cristão e espírito evangélico de cada um dos membros e de toda a associação.”

A Identidade do DJC está enraiada dentro da orientação geral da Igreja sore o Apostolado dos Leigos. O DJC nasceu na Igreja e para a Igreja. Ele não tem em si o seu fim, mas deve servir à missão que a Igreja tem de cumprir no mundo. A sua força apostólica depende da conformidade com os fins da Igreja e do testemunho cristão e espírito evangélico de cada um dos membros e de toda movimento.

A nossa Identidade DJC começou a ser gerada no Carisma Fundacional desde a inspiração inicial fundante:

 

Jo 15,8 Meu Pai é glorificado quando vocês são meus discípulos e produzem muitos frutos!  

 

Esta inspiração também está presente no direcionamento de Paulo a Timóteo: “O que você aprendeu de mim, ensine a outras pessoas, que por sua vez ensinem a outras pessoas” (2Tm 2,2). Por isso o DJC é um movimento paulino.

Somos o Movimento Católico de Evangelização Discipulado de Jesus Cristo, como um certo dia o Espírito Santo resumiu no coração da Socorrinha, na varanda da sua casa.

 

- Movimento

 

Uma moção, um mover do Espírito Santo, uma força maior nos colocou em movimento. E este movimento nunca pode parar, caso contrário deixa de ser movimento e vira estagnação.

 

Por isso necessitamos tanto da Espiritualidade da Caminhada, porque sem a força de Deus não temos como continuar a nossa vida e missão.

 

A oração é a fonte de vitalidade e a força do DJC, por isso ela é sempre a grande prioridade!

 

- Católico

 

Somos Católicos Apostólicos Romanos na fé e na doutrina. Como diz Bento XVI, os princípios da fé são inegociáveis.

 

A nossa alegria é sermos católicos na ortodoxia e na ortopráxis. Sou católico, graças a Deus!

Tudo no DJC deve ser fundamentado na Palavra de Deus, sempre dentro do horizonte doutrinário da Igreja.

 

- De Evangelização

 

A nossa missão é evangelizar, para que todos os povos sejam discípulos de Jesus, o Pai Celeste seja glorificado e o seu Reino de Salvação se expanda pela face da terra (Jo 15).

 

Quando todos forem discípulos do Senhor, o conhecimento de Deus se espalhará e existirão “novos céus e nova terra”.

 

Enquanto não chega a parusia, vamos semeando e colhendo frutos de vida nova, porque Deus vai abençoando no decorrer da caminhada e tudo vai concorrendo para o bem daqueles que o amam. 

 

Por isso, todos que caminham no DJC devem evangelizar, naquela perspectiva de SER e FAZER discípulos onde estiver, com quem estiver e como puder.

 

A nossa Identidade DJC é a nossa personalidade, o modo como somos e agimos na Igreja e na sociedade desde a fundação. Esta é a nossa Vocação e Missão: Ser e Fazer Discípulos no Caminho da Palavra de Deus e do Espírito Santo. Assim, todas pessoas que forem atraídas pelo Carisma Fundacional do DJC têm o mesmo Carisma Vocacional do DJC, o mesmo estilo de vida e missão do DJC dentro da Igreja. Enquanto o Carisma Fundacional originou a instituição DJC, o Carisma Vocacional faz com que ele cresça e se perpetue no seio da Igreja.

O Carisma Vocacional não é um carisma pessoal, mas comunitário, ou seja, comum a todos membros do DJC. Ele une e dá o mesmo estilo de vida e missão a todos os outros carismas individuais dentro do DJC. Somos Igreja com o estilo DJC. Por exemplo, existe um jeito de ser próprio dos franciscanos dentro da Igreja, sua espiritualidade, seu hábito, suas casas, o modo como evangelizam e conduzem as paróquias. De igual forma existe um jeito de ser próprio das carmelitas, Canção Nova, Caminho Neocatecumenal, redentoristas e assim por diante. Cada instituição tem um jeito de ser dentro da Igreja, uma espécie de DNA espiritual que tem raízes no Carisma Fundacional.

O DJC é essencialmente um Movimento Católico de Evangelização intencional na própria família, na sociedade e no continente digital para Ser e Fazer Discípulos no Caminho da Palavra de Deus e do Espírito Santo. Nosso Carisma Vocacional tem quatro aspectos que direcionam a nossa vida e missão com estilo próprio:

 

 

 

- Movimento da Escola de Jesus

 

O DJC é a Escola de Jesus para pescar, acolher e formar os Discípulos no Caminho da Palavra de Deus e do Espírito Santo.

 

Os Temários do DJC dão o ritmo e o foco da Caminhada Discipular desde os inícios.

 

 

- Movimento da Palavra de Deus

 

Tudo no DJC deve ser na Meditação Orante da Palavra de Deus e dentro do horizonte doutrinário da Igreja Católica Apostólica Romana.

 

 

- Movimento do Espírito Santo

 

Tudo no DJC deve ser no Espírito de Pentecostes, seu batismo, unção, dons, frutos e carismas.

 

 

- Movimento da

  Evangelização Digital

 

Somos uma grande família em oração e em missão na internet a partir do Portal DJC Brasil.

 

Orando e evangelizando!

 

Para o DJC, a evangelização digital não é uma atividade a mais. É carisma vocacional, chamado de Deus e não do homem. Por isso todo DJC deve evangelizar de forma intencional na família, na sociedade e também no continente digital a partir do Portal DJC Brasil.

 

A Espiritualidade Pascal da Caminhada que sustenta a nossa vida e missão é cristocêntrica, da Palavra e da Eucaristia. No decorrer da Caminhada Discipular todos devem ser irmãos, orar no Espírito Santo, meditar a Palavra de Deus, celebrar a Eucaristia e cultivar a devoção à Sagrada Família e São Paulo Apóstolo.

Sendo Jesus Salvador o Caminho que conduz para a Verdade e a Vida, a vida cristã é uma caminhada no seguimento dos seus passos, na graça do Espírito Santo.

Tudo que fazemos (oração, reunião, lazer, profissão, missão, etc) deve ser visto e concebido como um passo que, concatenado a outros passos, concorrerá para o bem de todos que amam a Deus e para o crescimento do Discípulo no Caminho da Perfeição.

 

 

3 - Como um exército em ordem de batalha

 

Desde os inícios o DJC foi chamado por Deus para ser como um exército em ordem de batalha. Isto vem desde a profecia de Ezequiel 37 que ilumina toda primeira etapa do Reavivamento.

Na visão profética do vale de ossos secos, aqueles que foram reavivados pelo Espírito Santo, em pé, formaram um exército imenso. Isto significa que, lá nos inícios da caminhada, quando Deus batiza um filho no Espírito Santo e o faz ficar em pé, em posição de ressuscitado da morte e liberto de toda sepultura, ele já sonha em ver este filho como um verdadeiro soldado do seu exército. Por isso, na dita visão profética, aqueles que ressuscitaram, em pé, formaram um exército imenso.

O batismo no Espírito Santo reaviva e põe o discípulo em movimento e crescimento até que seja um soldado de Deus. Desta forma, o Mandato Missionário é fruto do batismo no Espírito Santo.

É importante que o Discípulo Missionário tenha esta consciência de que é soldado de Jesus, faz parte do exército de Deus e deve ser proativo, sempre em ordem de batalha. Soldado bom não pode cochilar e deve estar preparado para a guerra.

Todo exército tem um general, quartéis e batalhões. No DJC o nosso General é Cristo, cada casa é um quartel e cada Organismo é um batalhão. O soldado só consegue caminhar em um batalhão. Mas um batalhão está em rede com os outros batalhões e devem agir estrategicamente pra vencer a guerra. Sob o comando de Jesus, devem atuar todos juntos, ao mesmo tempo e por todos os lados para alcançar a vitória, a destruição do mal e a salvação da humanidade. 

O mundo de hoje é muito desafiante, os demônios e os obreiros da maldade estão em ação. Jesus mesmo nos alertava que muitas vezes os filhos das trevas são mais espertos do que os filhos da luz. Nada disso é faz de conta, tudo isso é real mesmo. Neste momento os demônios e o mundo estão seduzindo os filhos de Deus, destruindo as famílias, viciando a juventude, matando de diversas maneiras. Se não tivermos esta consciência, entramos no campo de batalha com ingenuidade, enquanto que inimigo contra-ataca com toda força, tecnologia, estratégia e maldade.

Os tempos não estão para brincadeira. Evangelização hoje em dia não é faz de conta. Tem que ser pra valer. Meios de comunicação, universidades, seitas, organizações diabólicas, tudo isso está em ação e destroçando tudo pela frente, fazendo a cabeça das pessoas, distanciando tudo e todos do projeto de Deus.

O mistério da iniquidade está em ação, o anticristo já está no meio de nós a serviço da Besta. Por isso, o DJC tem que ser, viver e agir realmente como um exército em ordem de batalha, com unção, estratégia, comando, ministerialidade e ação. E vamos vencer a guerra em comunhão submissa com a Igreja, em Nome Jesus, o nosso General.  

Ser como um exército em ordem de batalha faz parte do Carisma Vocacional do DJC. Todo Discípulo Missionário poderá se inspirar no Apóstolo Paulo, que depois da conversão mudou de exército e se tornou um verdadeiro soldado de Jesus.

 

1Tm 1,12 Dou graças a Cristo Jesus, nosso Senhor, que, apesar de eu anteriormente ser blasfemo, perseguidor e insolente, me fortaleceu, confiou em mim e me tomou para o seu serviço.

 

Nesta perspectiva, o DJC deve focar a Vocação, o chamado específico que Deus nos fez desde a Fundação: Ser e Fazer Discípulos no Caminho da Palavra de Deus e do Espírito Santo! Da mesma forma como um hospital está a serviço da saúde e uma escola está a serviço da educação; da mesma forma como a Ordem das Irmãs Carmelitas está a serviço da intercessão permanente, a Congregação dos Padres Camilianos está serviço dos enfermos e a Congregação dos Padres Paulinos está a serviço das comunicações, o Movimento Católico de Evangelização Discipulado de Jesus Cristo está a serviço da pescaria e formação dos Discípulos no Caminho da Palavra de Deus e do Espírito Santo.

Cada uma dessas instituições, focando e priorizando o que lhe é próprio, prestam um grande serviço à Igreja e à sociedade. Para bem servir com eficácia, cada uma dessas instituições acima não pode ficar navegando entre várias funções, pois com o tempo não vai se especializar e crescer na qualidade do serviço que devem prestar ao Reino de Deus dentro da Igreja. Assim, o DJC também não pode abraçar tudo e esquecer de priorizar e crescer na sua missão específica para o qual foi fundado.

Pescando e formando discípulos, estamos fazendo um grande bem e exercendo uma grande caridade. Pois é a caridade de Cristo que nos impele a evangelizar e formar homens novos para uma nova sociedade. Formando discípulos, estamos realizando na graça de Cristo uma grande obra de salvação, mas ao mesmo tempo também estamos fazendo uma grande obra social. Pois formar a pessoa como discípula de Jesus significa ajudá-la a vir à luz, nascer de novo, a mudar de mentalidade, a sair dos vícios, trevas e escravidões. Numa palavra, significa ajudar a pessoa a viver a vida em plenitude em todas as áreas da sua existência, inclusive no trabalho, na família, na afetividade e assim por diante.

Cada instituição agrega em si e entre si pessoas que possam servir de acordo com a sua missão específica. Cada um tem o seu talento próprio, mas ao final, todos concorrem para o mesmo fim: servir ao homem de acordo com a missão própria da instituição. Em um hospital, a maioria dos funcionários são os agentes de saúde (médicos, enfermeiras, técnicos de enfermagem, etc). Em uma escola, a maioria dos servidores são educadores. Na Congregação dos Padres Eudistas, todos são treinados para trabalhar na formação dos novos sacerdotes, e assim por diante. No DJC, todos os Discípulos devem ser formados para pescar e formar discípulos de forma intencional nos eventos de evangelização, Siloé, Grupos de Evangelização, internet, etc.

Quando um jovem deseja ser Padre Camiliano, além de ter o chamado de Deus para o sacerdócio comum a todos os padres, ele também deve ter o chamado específico para trabalhar nos hospitais e demais serviços de saúde da Congregação. De igual forma, para uma pessoa ser membro do DJC, além de dever crescer como cristã, também deve sentir o chamado de Deus para pescar e formar discípulos dentro do Siloé, Grupos de Evangelização e Ministérios.

Vocação é o chamado de Deus para um estilo de vida e para realizar uma missão específica em prol da humanidade. Os Discípulos devem SER DJC e SERVIR COMO DJC.

Vocação é vida. E vida é prioridade. Vocação acertada, futuro feliz! Ser Discípulo e Fazer Discípulos não é qualquer coisa, não é algo a mais, não é uma atividade missionária a mais entre muitas que se possa abraçar aqui e acolá. É viver como Discípulo de Jesus e realmente fazer a sua parte na Obra DJC com amor, parresia, alegria; ajudando mesmo na pescaria e na formação de homens novos para uma vida nova no seguimento de Jesus.

O SER DJC dá coerência ao nosso serviço, à nossa vida e missão. Favorece a unidade, a articulação e a cooperação entre todos os Discípulos como soldados do mesmo exército de Deus

Ama-se o DJC de forma concreta, vestindo a camisa, testemunhando que “SER DJC É BOM DEMAIS”, ajudando financeiramente, convidando outros a entrarem nas suas fileiras e batalhões, colocando a mão na massa, porque se tem consciência que a Obra toda está serviço da Igreja e do Reino de Deus.

Só quem é DJC, vive como DJC, sente como DJC, pensa como DJC, entende o DJC, reza como DJC, serve como DJC e ajuda o DJC.

 

 

4 - A unidade do DJC

 

Existe um ponto da visão profética de Ezequiel que as vezes cai no esquecimento, mas é tão importante quanto o Reavivamento no Espírito Santo que põe o discípulo de pé, como exército em ordem de batalha. É o ponto da unidade.

Mesmo que Deus nos capacite com o seu Espírito, temos que ser unidos, porque esta unidade é necessária para vencermos todo mal. Deus faz a parte dele, porém, temos que fazer a nossa parte, zelando pela unidade.

Diabo é aquele que divide. O Inimigo Oculto faz de tudo para dividir o povo de Deus e quebrar a unidade, porque sabe que por esta brecha ele consegue realizar o seu objetivo nefasto. Por isso ele é chamado de Diabo, aquele que divide, confunde e coloca uns contra os outros. Às vezes somos ingênuos, nem percebemos, quando menos esperamos, irmão está lutando contra irmão e o império do mal avançando e ganhando vantagem.

 No tempo de Ezequiel o povo de Deus estava desunido em dois reinos que lutavam entre si desde os tempos dos filhos de Salomão. Isto enfraqueceu o povo, abriu brecha para ação dos inimigos e deu vantagem para o opressor. Tanto é que, nos tempos de Ezequiel, os israelitas do Reino do Norte foram deportados para a Assíria e os israelitas do Reino do Sul foram deportados para a Babilônia. Dois reinos enfraquecidos e lutando entre si, em vez de serem um só Reino de Israel, assim como era nos tempos de Davi e Salomão. Irmãos que não se ajudaram, que brigaram entre si, foram escravizados por povos estrangeiros.

O Diabo divide e faz uso da confusão para colocar uns contra os outros. Deus quer a unidade e faz uso de símbolos para gerar entendimento e unidade. Por isso, logo após falar da importância fundamental do Reavivamento no Espírito Santo, Deus disse para o profeta:

 

Ez 37,16 Criatura humana, pegue uma vara e escreva nela: “Judá e os israelitas que estão com ele”. Depois pegue outra vara e escreva nela: “José e os israelitas que estão com ele”. 17 Em seguida, junte as duas, de modo que formem uma vara só e fiquem unidas em sua mão. 18 Seus conterrâneos vão perguntar: “Você não vai explicar o que significa isso?” 19 Então você responderá para eles: “Assim diz o Senhor Javé: Pegarei a vara de José com as tribos de Israel que estão com ele, e juntarei com a vara de Judá, de modo que fiquem unidas em minha mão e formem uma vara só”. 20 Pegue na mão as varas escritas e, diante deles, 21 diga: “Assim diz o Senhor Javé: Tirarei os israelitas do meio das nações para onde foram levados, e os reunirei de todos os povos, e os levarei de volta para a sua terra. 22 Farei deles uma só nação na terra, nos montes de Israel, e um só rei governará sobre todos eles. Não serão mais duas nações, nem dois reinos separados. 23 Não se contaminarão mais com seus ídolos, com suas abominações e com seus crimes. Vou libertá-los das revoltas que os levaram a pecar. Vou purificá-los, e eles serão o meu povo e eu serei o Deus deles. 24 O meu servo Davi reinará sobre eles, e haverá um só pastor para todos. Eles viverão segundo as minhas normas, observarão os meus estatutos e os colocarão em prática. 25 Eles habitarão na terra que dei ao meu servo Jacó, onde já moraram os seus antepassados. Aí, eles vão morar em definitivo, junto com seus filhos e netos, enquanto o meu servo Davi será o chefe deles para sempre. 26 Farei com eles uma aliança de paz, que será uma aliança para sempre. Vou estabelecê-los e multiplicá-los, e colocarei o meu santuário no meio deles para sempre. 27 Aí será a minha moradia. Eu serei o Deus deles, e eles serão o meu povo. 28 Quando eu colocar o meu santuário no meio deles para sempre, as nações ficarão sabendo que eu sou Javé, aquele que consagra Israel”.

 

Vemos pois que, além do Reavivamento no Espírito Santo, o qual é fundamental para o exército se colocar de pé e em ordem de batalha, tem que haver unidade entre todos os batalhões, para o exército avançar e combater de forma intencional, eficaz e vencer a guerra. A linguagem é simbólica, mas a implicação é real. O povo de Deus, a Igreja, e no nosso caso particular, o DJC, tem que ser unido. Todo Discípulo, além de dever ser reavivado pelo Espírito Santo, precisa estar em unidade com a vocação do DJC. Não se trata só de evangelizar, mas no nosso caso, de evangelizar com e como DJC. É por isso que o movimento existe. Para evangelizar em unidade, como um exército unido. Um por todos, todos por um, isto é Ser DJC!

Para alcançarmos esta unidade é preciso cultivá-la. Lembro: O Diabo divide. Deus une. E Deus faz uso de símbolos para unir, porque símbolo é diferente de diabo. Diabo é o que divide, símbolo significa aquilo que identifica, aquilo que une. Os Discípulos devem estar atentos aos símbolos do DJC em vista da unidade, mística e eficácia do trabalho de evangelização.

O Maligno é diabólico, Deus é simbólico. Nós também devemos ser! Por isso é importante zelar pelos símbolos do DJC, a mesma linguagem padrão, o logotipo, a disciplina comum, o MEAD, a caracterização das nossas casas para que de longe sejam conhecidas como casas do DJC, o comportamento, a mística e o decoro dos Discípulos para que sejam condizentes com a vocação e missão do DJC, o amor entre os irmãos e o respeito para com as autoridades da obra, a mística e a qualidade DJC em cada órgão, em cada evento, em cada atividade. Tudo isso favorece a unidade DJC e consequentemente a sua vida e missão.

Não sejamos ingênuos. O Diabo, aquele que divide, sempre vai atacar por aí. Ele sabe que todo exército precisa de símbolos, articulação e plano estratégico desde os inícios. Ele sabe que um DJC sem unidade, símbolos e identidade se perde no tempo e no espaço, em meio aos furacões e tempestades naturais ou por ele provocadas. Mas o DJC, reavivado pelo Espírito Santo, sempre vai cultivar a unidade, zelando pelos símbolos, mística, linguagem padrão, MEAD e disciplina comum, do jeito que Deus o modelou a partir da inspiração inicial fundante. Um só DJC, unido, comunicativo e combativo.

Por tudo isso, todo Discípulo deve fazer o bom propósito da unidade do DJC dentro do coração, porque um povo unido jamais será vencido. Lembre-se: o Maligno é diabólico. Deus é simbólico!

A Fraternidade de Aliança é o núcleo do Movimento DJC, portanto é o centro da unidade. Para ela tudo converge e dela todos partem em missão.

 

 

5 - Fraternidade de Aliança: núcleo do DJC, centro da unidade

 

Estamos meditando sobre a Identidade DJC dentro deste Temário da Eclesialidade porque somos Igreja com estilo DJC, ou seja, com o Carisma Vocacional do DJC. E a Fraternidade de Aliança, por ser o núcleo do nosso Movimento é também o seu centro de unidade.

 

Ez 36,19 Assim diz o Senhor Javé: Pegarei a vara de José com as tribos de Israel que estão com ele, e juntarei com a vara de Judá, de modo que fiquem unidas em minha mão e formem uma vara só!

 

Na Igreja existem os diferentes carismas de fundação (coletivos) que o Espírito Santo foi suscitando ao longo da História. Os carismas de fundação (para diferenciar dos carismas individuais) são respostas concretas, ou melhor, graças especiais de Deus para as diversas necessidades da sua Igreja. Cada carisma de fundação gera laços entre os seus membros (fraternidade, comunidade) e comporta um estilo de vida, um modo de ser cristão e uma missão própria. Assim acontece, por exemplo, com as várias congregações religiosas e os movimentos eclesiais.

Os membros de cada uma dessas instituições eclesiais acima mencionadas têm em comum com todos os cristãos o Ser Igreja e a comum vocação para a santidade e a missão de anunciar o evangelho. Mas, além disso, sentem no seu coração uma atração, um carisma vocacional para moldar toda a sua vida de acordo com o carisma fundacional do instituto e empregar todas as suas forças na missão própria do instituto, de modo que a sua vida cristã passa a ser dentro do ambiente do instituto e com a cara e o estilo deste instituto.

Tão grande é a unidade entre a vida particular do indivíduo e o carisma do instituto, que os dois se confundem. Já não são dois, mas uma só realidade, pois se cria um verdadeiro pacto de vida e aliança espiritual na vida e missão. O indivíduo entra nos instituto e o instituto passa ser o conjunto dos seus membros. Por isso, é de se esperar que o conjunto dos membros do instituto também tenham uma vida muito próxima e parecida, inclusive com distintivos, hábitos, horários e ministérios, pois o instituto é o conjunto deles e um só carisma fundacional, uma só regra e uma só missão une a todos.

Dizer, eu sou tal instituto (Sou DJC... Ser DJC é bom demais...) é a maneira alegre e espontânea que se encontra para se identificar no seio da Igreja e da sociedade, pois tal identificação leva consigo todo um amor e também todo um compromisso com Deus que lhe deu o carisma e com a Igreja e o Instituto que lhe acolheram e confirmaram. Dizer “sou tal instituto” equivale a dizer que Deus me atraiu para este carisma de tal forma que renegá-lo, fugir dele, seria o mesmo que assinar a sua própria frustração existencial.

A Fraternidade de Aliança é formada pelos Discípulos que fizeram toda formação inicial e o Nazireato, e após profundo discernimento pessoal e comunitário decidiram celebrar o Compromisso de Aliança com Deus dentro do Carisma DJC. Sem perder a sua personalidade, O DCA assume a Identidade DJC como sendo a sua própria identidade e celebrar publicamente esta vocação, comprometendo-se com a vida e a missão do DJC. Numa vida de oblação, sendo e fazendo discípulos, e assumindo as outras dimensões da sua vida em conformidade com o Carisma DJC, o DCA será feliz e o Pai Celeste será glorificado.

O Compromisso de Aliança não são votos religiosos como das freiras, mas vincula o Comprometido a todo Carisma DJC, a quem deverá ser fiel.

Em virtude do referido princípio de discernimento, não podem ser incluídas na categoria específica da vida consagrada, aquelas formas de compromisso, se bem que louváveis, que alguns esposos cristãos assumem em associações ou movimentos eclesiais, quando, com a intenção de levarem à perfeição da caridade o seu amor, ‘como que consagrado’ já no sacramento do matrimônio, confirmam com um voto o dever de castidade próprio da vida conjugal e, sem transcurar os seus deveres para com os filhos, professam a pobreza e a obediência”. (João Paulo II, Vita Consecrata, 31)

 

A Fraternidade de Aliança é o lugar que Deus preparou dentro do DJC aonde os DCAs caminham como irmãos no seguimento de Jesus, são acompanhados e são enviados para servir nos diversos organismo do DJC. Por isso o Encontro de Aliança mensal sempre é a prioridade das prioridades.

 Aonde vão servir, os DCAs calçam as sandálias da missão, com prontidão para SER e FAZER novos discípulos no Caminho da Palavra de Deus. Cada casa do DJC torna-se assim um verdadeiro Discipulado de Jesus Cristo.   

A casa da Fraternidade de Aliança é a sede do DJC Geral. Ponto de apoio dos DCAs, torna-se assim também a referência de todo DJC.

Os DCAs vivem a plenitude do Carisma DJC. Devem caminhar com irmãos, se ajudar, para juntos servir a Igreja e o Reino de Deus em sintonia com o Carisma DJC.

 

 

6 - Ser DJC na Paróquia

 

Respeito e obediência ao pároco, mas sem prejudicar a vivência da Vocação DJC

Auxiliar na catequese paroquial, etc

 

Continuaremos depois


Dever de casa: Todos DCAs e Nazireus partilhar essa formação aqui nos comentários 

22 comentários:

  1. A igreja é de Cristo, fundada por ele e conduzida pelo Espírito Santo, nosso papel é sermos canais da graça, da mensagem, do amor que também é dele, uma ação fundamental do discípulo é identificar bem com o auxílio do Espírito seu ministério e principalmente não transformar num fardo, mas sempre fazer com amor e leveza todas as coisas, não estou falando de facilidades, mas de tornar as coisas menos pesadas e faz isso se unindo a Cristo e aprendendo a cuidar de pessoas, afinal é o nosso chamado sendo discípulos: amar a Deus e as pessoas.

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  2. Quanto a união, é sempre um desafio, estamos mais agitados, menos tolerantes, mais suscetíveis a reação, da mesma forma, mais provocadores, menos humildes e confusos no entendimento do nosso papel , que bom. Que temos o Espírito Santo, ele muda todas estas misérias humanas.

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  4. Somos chamados a ser sal e luz na terra, por isso devemos ser discípulos ousados e assim além de ser formar Discípulos e apresentar nosso carisma vocacional para que cada pessoas sejam contagiados e se apaixonem assim como nós pelo carisma DJC
    Roberto Douglas - DCA

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  5. Este comentário foi removido pelo autor.

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  6. Excluir comentário de: Fraternidade de Aliança
    Marliene disse...
    A vocação DJC é muito bonita, ser e fazer Discípulos. Por ser uma vocação as vezes nos confundimos como serviço paroquial e essa dúvida pode levar alguns discípulos a caminhar pensando ter a vocação DJC quando na verdade não a tem. Mas como saber se tenho ou não vocação pra ser e fazer Discípulos? Porque a vocação é clara e precisa, não basta ser tem que formar novos discípulos. Na escola de Jesus assim como na escola comum. Há quem tenha vocação para formar e há quem tenha apenas vocação para ser. Meditar esse texto me trouxe essa reflexão será que tenho vocação para formar novos discípulos ou apenas vocação para ser discípulo? As vezes a necessidade de iniciar uma missão contradiz a teoria de ser e formar, mas a verdade é que muitas vezes me pergunto se realmente tenho essa vocação ou apenas estou repassando formação como um professor formado ,cheio de conteúdo mas não adquiriu ao longo da caminhada o carisma de formar um novo discípulo. Ser DJC é uma linda vocação, mas é preciso ter certeza de ter recebido esse dom e ter esse carisma.

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  7. Muito bem

    Partilhas vao aprofundando e um vai edificando o outro

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  8. O DJC é uma obra de Deus na Igreja, com fins de evangelização, santificação e multiplicação.
    Jo 15,8 “Meu Pai é glorificado quando vocês são meus discípulos e produzem muitos frutos!”

    Esta inspiração também está presente no direcionamento de Paulo a Timóteo (2Tm 2,2): “O que você aprendeu de mim, ensine a outras pessoas, que por sua vez ensinem a outras pessoas”.

    Nada no DJC é coincidência, mas providência Divina

    O DJC é impulsionado pela providência divina, pela fidelidade e dedicação à missão recebida de Deus.

    O carisma DJC é a via concreta para cada um de nós evangelizar alcançar a santidade e também fazer multiplicar.

    Nessa grande variedade de associações de Apostolado é que o DJC se enquadra, como.uma associação de leigos, caracterizado por fins de Evangelização e santificação.

    O seu estilo de ser Igreja através de uma espiritualidade profunda paulina, é focado na evangelização e multiplicação.

    O DJC começa no carisma vocacional.

    Quem é DJC precisa ser de fato pelo carisma.

    É próprio do carisma DJC, a evangelização e a multiplicação, ou seja, aquele que for pescado pra ser evangelizado, deva também pescar outros pra evangelizar e fazer multiplicar.

    Quem é DJC, não basta apenas ser disciplinado, ter espiritualidade, não basta ser exemplar e dar testemunho, é necessário para a Igreja e o carisma DJC também evangelizar e multiplicar.

    Muitas vezes sem saber vemos que são muitos os irmãos que acolhem nossa vida, nosso carisma comungam do nosso mesmo ideal, se entusiasmam até com a nossa missão e por isso querem viver o carisma.

    E aos que estão mergulhado no carisma DJC, é porque Deus quer fazer em cada um deles uma grande obra de restauração, transformação de vida, santificação, por isso que Ele os encaminha para conviver, caminhar, crescer dentro do carisma.

    Somos muitos amados, e por isso o Pai confiou tanto em nós, a ponto de colocar sob nossa responsabilidade como que uma 'empresa' para evangelizar por meio de sua Palavra e multiplicar.

    É grande a confiança em que Deus tem investido muito e entregue tudo em nossas mãos.

    O sucesso ou o fracasso de uma empresa não depende dos outros, mas unicamente de cada um que trabalha nela. Da mesma forma é na comunidade em que estamos, o sucesso ou fracaso depede de nós mesmos, da nossa falta de responsabilidade, da nossa falta de compromisso, do nosso trabalho não realizado, da não vivência do nosso carisma. E óbvio que sem o cultivo do carisma fundacional, se perda a identidade, finalizando na falta de vocação. Uma coisa está ligada na outra.

    Por isso que se diz que aquela pessoa saiu por falta de vocação.

    Mas o fato é que no devorrer da caminhada ela foi matando o carisma por falta de cultivo, com isso se a identidade se pendendo, se deformando, ficando distorcida, e terminando perdendo a vocação.

    O cultivo do carisma (dom dado por Deus) é o que define a identidade de um grupo ou indivíduo, prevenindo a confusão e garantindo a autenticidade da vocação. Sem o cultivo diário desse dom, há um descaso total com a graça recebida, abrindo espaço para a "diabolização" (divisão) e a perda do propósito.

    O carisma não é para uso individual, mas para formar um corpo comunitário (vida fraterna), onde a vocação é exercida. O sentido de pertença é fundamental para o crescimento e a fidelidade ao projeto de Deus.

    O carisma é uma "veste" que identifica o membro, e mantê-lo vivo é essencial para a saúde vocacional da comunidade e de seus integrantes.

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  9. Nossa relação com Deus no DJC, é uma relação de missão, de trabalho, de comprometimento a exemplo de como assim é em uma empresa, pois somos seus operários.

    O que as pessoas também confundem muito e esquecem, é que estão tratando de uma fundação.

    Fundação é como uma empresa.

    Se toda empresa tem seus estatutos, normas e regras a serem seguidos, a fundação também tem..

    Por exemplo: A empresa, ou seja a sociedade empresária pra ser mais exata, tem suas obrigações a cumprir, ela tem as eleições, o seu núcleo gestor, as assembléias, as constituições, e a sua autoridade liderança a direcionar. O mesmo acontece no carisma de fundação.

    Mesmo que a gente as vezes se depare com a movimentação da saída de algumas pessoas que se retiraram por diversos motivos delas mesmas, cabe a nós somente acolher e abençoar a decisão tomada, interceder somente e tocar o barco pra frente.

    Não podemos esquecer também que, uma ou outra pessoa que infelizmente sai, é por pura ingratidão e imaturidade.

    Enquanto muitos outros que ficam, continuam, permanecem pela força do carisma, por amor e gratidão a Deus pelo hrande bem que ele tem feito.

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  10. Não podemos nos espantar. Porque é muito comum qualquer obra com tantos membros, que alguns naturalnente queiram seguir outros caminhos, e quem fica com muito amor, misericórdia e sinceridade só reza por esses irmãos, porque os quer muito bem, os respeita, mas também devam esquecer deles, deixando eles em paz. Porque não adianta ficar a se alastimar, correr atrás, adular, por que tudo isso gera um clima muito ruim, desagradável, e não é nada saudável para os que ficam. É salutar encarar com naturalidade e deixar a pessoa ser bem livre pra seguir o caminho ela escolheu em paz.

    Devemos corresponder à graça do chamado de Deus.

    A última ação de Pedro não foi a negação, foi o arependimento, mas a última ação de judas foi a traição porque ele não se arrependeu, isso aqui é importante.

    Porque Pedro, depois da experiência de traição, chora amargamente, tem humildade, reconhece que errou e volta atrás da sua atitude. enquanto que Judas, foi tomado pelo remorso, que nao leva ao arrependimento, saiu, correu e se matou .

    É importante notar que todos tiveram o mesmo começo. Jesus subiu ao monte para rezar, chamou aqueles que Ele queria; eles foram até Jesus, depois, Jesus designou os Doze para estarem com Ele, depois os enviou para pregar a Palavra de Deus. Todos tiveram o mesmo começo, ou seja, todos tiveram a mesma graça; a graça do chamado, a graça de estar perto de Jesus, a graça de participar do número dos Seus escolhidos e Seus eleitos.

    A Palavra de Deus é bem clara quando fala sobre Judas que, depois, O traiu.

    Esse depois, é que é o grande problema, onde Sao Paulo em Gálatas 3,3 resumiu dizendo: “Vocês começaram no Espírito e, agora, querem terminar na carne?, para dizer: Vocês começaram na graça de Deus e querem agora terminar na perdição?” Não! Jeaus quer que nós tenhamos consciência desse começo, dessa graça que nós recebemos.

    Judas recebeu a mesma graça que Pedro e os outros apóstolos, foi a diferença na correspondência à graça que ele tinha recebido.

    Jesus acolheu, amou, indtruiu e cuidou de Judas igual fez co os demais apóstolos.Judas foi acolhido, amado, cuidado, e direcionado por Jesus a mesma proporção a exemplo dos apóstolos. Mas chegou uma hora, lá pelas tantas que ele não quis mais continuar na graça do seguimento de Jesus. Mesmo triste com toda essa traição Jesus respeitou sua saída e a decisão que Judas tomou. E a comunidade dos apóstolos sentiu também, mas continuou a caminhada, não ficou remoendo a saída de Judas, e nem foi adular judas pra voltar, mas deixou ele ir, seguir em paz na escolha que ele fez.

    É assim que acontece em um carisma. Carisma é graça de Deus. Quem não quer caminhar aos moldes do carisma, se respeita e deixa partir em paz.

    Mas diante de tudo isso uma vez o carisma senfo graça de Deus, ele continua firme e forte independente de quem quer que seja.

    Todo carisma DJC é graça de Deus. Ele pertence unicamente a Deus que está a serviço da Igreja, e por isso que não é propriedade de ninguém, a não ser do próprio Deus.

    Ninguém tem o direito de se apropriar de um carisma, de uma obra, de uma graça de Deus.

    O DJC é um sopro do Espírito Santo que está a serviço da Igreja, é a uma resposta do amor de Deus para evangelizar o mundo.

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  11. Precisamos lembrar que a poda, também faz parte desse movimento criativo, construtivo e fundativo de Deus.

    Não podemos esquecer que muitos continuam caminhando, na alegria e na tristeza, na saúde na doença amando e respeitando, derramando o suor, o sangue, vestindo mesmo a camisa, lutando, encarnando a graça do carisma DJC pra valer e sustentando essa Vocação por meio da oração.

    O DJC é fiel a Deus na sua grande missão de evangelizar à luz da Palavra, da Doutrina Católica e de levar todos ao “mergulho na Graça de Deus”.

    Por graça de Deus, temos testemunhado que muitos irmãos são alcançados no dia a dia, como nos muitos eventos de evangelização.

    Devemos a cada dia é nos alegrar com os muitos irmãos que se achegam e com os discípulos que estão e que se tornam de fato o carisma DJC vivo.

    Não podemos nos espelhar em um ou outro que não quer continuar e sai, isso é pobre demais. Uma vez que sai é por que não tem a vocação DJC ou se tem “é porque ele mesmo está a dizer pra Deus que não quer mais”. Embora Deus fique muito triste, Ele como pai respeita a decisão tomada e a opção feita.

    Somos e devemos ser servos de Jesus, trabalhar somente pra Jesus, com Jesus e não devemos colocar apoio, segurança e esperança nas pessoas por mais que sejam boas.

    O DJC é uma graça, um carisma, uma vocação de Daus. Ele está acima de qualquer autoridade, ministério ou pessoa.

    O DJC só obedece a Jesus e a Igreja.

    O que nos faz livres e felizes é servir a Deus e aos irmãos.

    Em toda comunidade tem e vai sempre ter os erros, por ela ser feita de homens.

    Existem erros na comunidade e que é impossível de não vê-los.

    Mas não precisamos fraquejar por causa disso ou por aquilo, porque a comunidade muito embora seja imperfeita ela é também santa, o carisma é realmente carisma de Deus, igual aos demais carismas do Espírito Santo.

    O DJC é um grande carisma do Espírito Santo que nos dá a possibilidade de “evangelizar até os confins da terra e multiplicar”.

    A vocação de todo batizado é levar a Palavra de Deus até os confins do mundo, como assim ordenou o próprio Jesus nas Escrituras. “E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura” (Mc 16, 15).

    “O que vos é dito aos ouvidos, proclamai-os sobre os telhados” (Mc 10,27).

    São Paulo nosso Patrono, após a sua conversão, compreendeu essa necessidade de evangelizar, de anunciar a Palavra de Deus de maneira radical e multiplicar: “Anunciar o Evangelho não é título de glória para mim; é, antes, necessidade que se me impõe. Ai de mim, se eu não evangelizar” (I Cor 9,16).

    O motivo pelo qual nós devemos evangelizar está em Marcos 16,15 que diz assim: “Ide por todo o mundo proclamai o Evangelho a toda criatura. Aquele que crer e for batizado será salvo, e o que não crer será condenado. Estes são os sinais que acompanharam aos que tiverem crido: em meu nome expulsarão demônios, farão em novas línguas, pegão em serpentes e se beberem algum veneno mortíferos nada sofrerão; imporão a mão sob os enfermos e estes serão curados”.

    A gestão de uma comunidade deve ser feita e rezada com a mentalidade de que Deus que é de fato o verdadeiro dono (o "patrão"), e os membros são Seus ("operários").

    O trabalho no DJC, mesmo com seus muitos desafios, é visto também como uma obra de "santificação" pessoal e comunitária.

    A ideia é que a estrutura técnica (estatuto, gestão) esteja a serviço da "mística" (espiritualidade), onde a evangelização, a salvação das almas é a grande prioridade.

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  12. O processo de poda se faz necessário e sempre vai existir em qualquer comunidade seja ela com pouco ou muito tempo de caminhada.

    A comunidade vai ser podada para ela mesma ser purificada e andar com suas pernas. É assim o trabalho de Deus em que ele mesmo no decorrer do tempo e caminhada vai ajustando, polindo e peneirando os seus.

    O DJC sempre será uma obra renovado, ou seja, sempre terá novos rumos conforme a mão de Deus e o mover do Espírito Santo.

    Os entendidos dizem que: enquanto o fundador estar vivo, a fundação sempre continua em fundação.

    E isso é uma grande alegria e verdade.

    O que afirma-se mais ainda o porquê do nome Movimento: “no DJC tudo é definido por causa do Estatuto mas nada é definitivo”. Por ser um Movimento de Evangelização, Deus não nos deixa ficarmos parados na rotina, na mesmisse, de tempos em tempos ele nos surpreende com coisas novas (...), vai desdobrando o que ele mesmo criou e recria, aponta-nos novas realidades e conduz-nos a rumos novos e desconhecidos, antes não imagináveis por nós, isso é obra de Deus, e admirável também aos nossos olhos.

    Graças a Deus não perdemos a capacidade de nos maravilharmos diante da perfeição de sua obra que é o DJC. Ele se mostra sempre em constante “movimento” e por isso novo. Não temos como parar, envelhecer porque estamos em contaste “movimento”, e por estarmos em movimento sempre seremos DJC nesse mover do Espirito Santo.

    Também não podemos idolatrar pessoas, em indeferimento da obra.

    O DJC como graça de Deus, não se resume em pessoas, mas na essência do seu carisma evangelizador, missionário, santificador e multiplicador em toda obra e conteúdo que foi criado por Deus.

    A batalha espiritual sobre uma comunidade de Deus é grande, e por isso há necessidade também de muita oracão de intercessão, jejum e adoração.

    Aqueles que saem, que vão embora falando mal do carisma e expressando opinião contrária, não deveriam mais nem citar o nome, mas esquecer de vez.

    Ao mesmo tempo que não podemos dar hibope a satanás ao ficar escutando comentários desse ou daquele, ou tercer comentários a cerca dessas pessoas.

    Quem sai do carisma, decidiu dizer: não quero mais continuar na graça do Espirtito, prefiro terminar na carne como adverte Paulo em Gálatas 3,3, e ainda fica a falar mal, devamos é isolar essa pessoa no sentido de não termos mais nenhuma responsabilidade em acompanhar ela, mas termos cuidado e ficarmos a orar e vigiar.

    Ninguém pode dar pitaco no carisma fundacional, que não é seu, e que não se conhece.

    Se alguém foi acolhido, estudou, se formou, foi patrocinado, fez nome e se tornou gente no carisma, e ainda sai falando mal, é um tremendo ato de ingratidão, pois está cuspindo no prato que comeu, e essa pessoa não é digna mais de crédito, devemos mesmo é isolar e ter cuidado com elas isso sim.

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  13. E o silêncio para com toda a armadilha de santanás é a melhor resposta.

    Temos é que ter o mínimo de respeito, zelo e amor pelo carisma fundacional DJC, e não ficar a falar mal.

    Aqueles que largam o carisma optando em não querer mais ser, são livres pela escolha que fazem, o que nos resta é somente dizer: vão em paz! E entregar tudo nas mãos de Deus.

    Aqueles que saem e aindo falam mal, devamos pedir é a Deus a sua “misericórdia” sobre essas pessoas, pois elas não sabem o que fazem.

    E aqueles que acreditam no que essas pessoas falam, são piores ainda.

    É o mesmo que acreditar em um filho que foi cuidado, amparado, alimentado, ao debandar da casa dos pais, se encontra a falar mal do seu pai e de sua mãe, e as pessoas por ingenuidade vão na onde e acreditam no que ele diz.

    Muitos são artistas em fingir, teatrar, mentir, e são especialistas ainda na arte de representar, com esses devemos é ficar de olhos bem abertos, e termos cuidado com esse tipo de gente.

    O ato de falar mal de outra pessoa, ou de um carisma de fundação, é indiretamente criticar a obra de Deus criada, já que o próximo e o carisma institucional também é uma criação de caráter divino.

    Vejamos o que diz (Eclesiástico 42, 25): "Todas as coisas existem duas a duas, uma oposta à outra; ele nada fez que seja defeituoso."

    Quanfo alguém fala mal do outro Tiago 4,11 já faz um alerta: "Irmãos, não falem mal uns dos outros. Quem fala contra o seu irmão ou julga o seu irmão, fala contra a Lei e a julga".

    Ao falar mal de um carisma, de uma fundação, a pessoa tende a quebrar o equilíbrio e a unidade criados por Deus, gerando assim divisão e defeitos onde deveria haver complementos convidando à unidade, à gratidão e a enxergar a bondade divina nas obras de Deus, em vez de focar nas falhas alheias.

    Sem falar que Deus vê tudo e nada lhe escapa, inclusive as palavras e pensamentos ocultos.

    Eclo 42,15-26, é um hino à grandeza de Deus, incentivando a contemplação de suas maravilhas e a gratidão, evitando o marasmo da murmuração ou a difamação do próximo ou do carisma fundado.

    Para cada comentário maldoso tecido, tem um outro lado que está sendo injustiçado, que também precisa ser ouvido e muitas vezes não vai ser mostrado pela parte ofendida por prudência, maturidade, sabedoria e discernimento.

    Quem tem maturidade não rebate a nada, não perde tempo e nem gasta energia atoa se explicando, porque é como que “jogar pérola aos porcos” (Mt 7,6, toda explicação se esvai e vai se perder. O que resta somente é entregar tudo a Deus, e deixar o tempo correr, porque Deus, ele mesmo tomará as suas devidas providências.

    Tem gente que cai na presunção em dizer, que o carisma que é graça de Deus vai acabar, porque um certo alguém decidiu em não querer mais ficar, em não comungar mais no carisma fundacional? Esse não entendeu foi nada!

    Quem é essa pessoa que é maior que um carisma fundacional? Como pode um carisma fundacional acabar uma vez que é criação de Deus? É triste mas tem gente ainda hoje com essa mentalidade de satanás.

    Quem não quer caminhar se acolhe, Deus respeita e ponto final. Ele mesmo vai gerar os meios para o carisma graça dEle continuar a caminhar, crescer e dar muitos frutos com os que permanecerem por vocação.

    Não precisa fazer tanto drama, porque todo carisma, graça de Deus é assim.

    Carisma é um mistério de Deus: enquanto que uns vão ser acolhidos, evangelizados, pra ficar, permanecer, multiplicar e dar muitos frutos. Outros serão acolhidos, evangelizados e amados da mesma forma, mas não permanecerão, e o carisma de Deus segue sem esses e sem desespero.

    É certo também que temos que suportar uns aos outros porque Deus nos chamou a viver em comunidade pra isso: pra nos treinar a melhorar! Mas não podemos ser ingênuos! Quem saiu, saiu e não precisamos mais adular pra ficar, porque não é salutar.

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  14. Quando uma pessoa na comunidade faz o vocacional e chega a fazer o último compromisso com Deus na comunidade, é porque ela fez todo o histórico da vida dela, ela já mediu, já avaliou, já ponderou, já dicerniu, já disse: aqui é meu lugar, é aqui que vou ficar, por vocação e porque Deus me chamou.

    No dia que um discípulo professa o sim a Deus, para servir a Deus no carisma DJC, não é um faz de conta, não é de brincadeira, é de verdade e deva ser com sinceridade e definitivo.

    Pedro, não seguiu Jesus por um tempo!

    Mateus, não seguiu Jesus por um tempo!

    João, não seguiu Jesus por um tempo!

    O Apóstolo Paulo, ... não seguiu Jesus por um tempo mas até o fim e até a morte.

    Da mesma forma é quem foi chamado a ser na Igreja e no mundo carisna DJC, não pode ser só por um tempo e pronto não. Carisma de Deus, chamado de Deus, vocação de Deus não é brincadeira.

    Nós vemos João falando do “amor de Deus, que Deus é amor”.

    Mas presenciamos no capítulo 9 de Lucas, João e Thiago com o sentimento torpe de vingança: Mandando descer fogo para destruí-los: "Senhor, queres que mandemos descer fogo do céu para destruí-los?” (Lucas 9,54).
    E Jesus logo repreende a atitude deles dizendo: “De forma nenhuma! Não é porque não somos acolhidos que vamos retribuir da mesma maneira com o mal. Não é porque não somos amados, que vamos retribuir com o ódio. Não é porque o outro nos faz mal, que vamos também retribuir na mesma moeda com o mal e da mesma maneira”.

    Vejamos os defeitos, que vão aparecendo no nosso dia a dia, no decorrer da caminhada, na convivência e na vida em comunidade: nossa eu não pensava que você era assim.

    Nós devemos levar os defeitos dos outros até na esportiva como poesia dizendo: um dia fulano vai melhorar, assin como um dia eu também vou melhorar, como você vai melhorar um dia e todos nós vamos.

    Quantos anos existimos na comunidade, quantos anos precisamos aprender que precisamos tomar é vergonha na cara.

    Há quantos anos estamos na comunidade, já era pra sermos uns santos e não somos, cada vez mais somos piores, e o pior é que os irmãos e membros da comunidade por estarem convivendo, vão vendo nossos defeitos.

    Mas viver em comumidade é assim mesmo.

    Não existe comunidade sem problema ou sem defeito.

    Ninguém por mais que queira, consegue esconder as máscaras por muito tempo. Elas cedo ou mais tarde cairão como que escamas.

    Mas eles, precisam entender que viver em comunidade é isso: eles precisam me ajudar, assim como eu preciso ajudar eles ... Em todas as vocações e carismas é assim.

    Tem uns com temperamentos fortes, outros mais mansos, outros mais explosivos, outros mais fracos, outros parece ate que estão com os joelhos pra trás, outros mais desatentos e outros ingênuos por demais em não ver quando o lobo está se aproximando com suas armadilhas, e a gente vai caminhando assim, tombém se reconciliando, pedindo perdão a Deus e levando na esportiva os desaforos, ate o dia que Deus nos chamar.

    Imagina alguém com a vocação DJC sair, largar o seu carisma, o seu ministério, o chamado que Deus um dia fez, por causa daquela pessoa que também está debaixo do mover de Deus.

    Ha medida que eu falo que aquela pessoa é cheia de defeito, e por isso pego a mochila e vou embora, então estou dizendo e afirmando que eu sou um santo, perfeito e aquela pessoa é pecadora.

    Temos que dizer no dia a dia: Nossa não é facil viver e conviver com aquela pessoa, mas Deus me chamou; por isso vou me submeter a vontade de Deus; porque preciso melhorar em muita coisa; eu preciso conquistar aquela pessoa porque não sou santo não.

    Nos deparamos com as fragilidades humanas, com os muitos defeitos que nós temos, quando ministramos uma pregação, muita gente é tocada e se converte.

    Ai quando nos deparamos com a graça de Deus em meio a nossa fraqueza, miséria, aí pensamos naquilo que São Paulo diz: estou é com muito medo viu em estar levando muitas pessoas para o céu e eu estar me perdendo! Eu não posso me perder, preciso também lutar pela minha santidade.

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  15. Já teve muita gente que Deus chamou para fazer parte do carisma e em um determinado momento, eles debandaram, resolveram ir embora, disseram pra Deus na maior cara de pau: Não quero mais preferindo terminar na carne como diz São Paulo!

    Quando a pessoa diz sim a Jesus, fez um compromisso com Deus, decidindo servir a ele através do carisma que ele chamou, prometendo amor e fidelidade, significa que tem vocação.

    Agora é a própria pessoa que lá pelas tantas está dando uma resposta a Deus dizendo: Eu não aguento, eu vou embora!

    Embora Deus continue chamando e quer que essa pessoa continue na vocação. Mas é ela mesma é quem está respondendo a Deus e decidindo em querer ir embora por ela mesma.

    Já uma pessoa que está ainda no processo formativo, crescimento e amadurecimento, é diferente, porque essa pessoa ainda está a passar por um período de maturação, averiguação vocacional, se é esse o carisma ou não, se é isso mesmo ou não, se foi apenas um entusiasmo tomado pelo momento de euforia como vimos no Evangelho de Lucas 9,57: “Enquanto Jesus e seus discípulos caminhavam, alguém na estrada disse a Jesus: ‘Eu te seguirei para onde quer que fores’'.

    Jesus usa essa pequena parábola para ilustrar qual é o verdadeiro caminho do discipulado. Ser seu discípulo é tornar-se alguém tão concentrado em sua missão quanto o agricultor que ara sua terra. Não é possível olhar para trás, ter outras preocupações ou distrações.

    Envolver-se com o reino de Deus significa “já” estar com a mão no arado e não se pode perder tempo nenhum.

    Jesus é mais exigente que Elias, pois enquanto este permitiu que Eliseu fosse despedir-se de seus familiares, nem isso Jesus consente. É nessa radicalidade que este voluntário é surpreendido.

    Não se pode esperar o pai morrer, mas também não se pode nem despedir-se dele.

    O discipulado exige um engajamento imediato. Este homem foi confrontado com a radicalidade nua e crua da “urgência” com que se deve tratar o discipulado e o reino de Deus.

    Porque pra seguir Jesus é preciso ter disposição de alma, de coração e vontade.

    E aí é que nesse período do processo de maturação, de averiguação vocacional a pessoa pode dizer: É não é isso não, esse não é o meu chamado não. E quem acompanhada também diz é eu também já tinha percebido que você não tem a vocação mesmo não. E com todo esse dicernimento a pessoa é direcionada a ir embora.

    Mas quando uma pessoa já faz anos e anos que caminha na Vocação, que já passou por todo o processo de lapidacao, sabe da essência do carisma, disse sim a Jesus, fez opção por ele em continuar em seu seguimento servindo a ele e aos irmãos na comumidade, mesmo assim decide ir embora, ela está literalmente dizendo pra Deus que não quer mais! Isso é ingratidão.

    Há medida que alguém disse sim a Deus em continuar no carisma vocacional, é porque foi provado e muito bem provada e vai continuar sendo provada porque diz Jesus: “Jesus disse a todos: ‘Se alguém Me quer seguir, renuncie a si mesmo, tome sua cruz cada dia, e siga-Me"(Lucas 9,23).

    Para seguir a Jesus é preciso renunciar a si mesmo e abraçar a sua cruz. Sigamos a Jesus com todo o nosso amor e de todo coração.

    Quando mais a gente ver cruz dentro da comunidade, quanto mais a cruz pesa pra mim eu digo: eu tenho vocação.

    ... Quanto mais um irmão me despresa, quanto mais sou colocado de lado, em escanteio, não sou valorizado no meu carisma, naquilo que faço, ... eu digo eu tenho vocação!

    Porque foi exatamente isso que Deus disse.

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  16. A vocação não é avaliada quando ela está recebendo aplausos não.

    A vocação não é avaliada quando ela é reconhecida, está diante de uma multidão e todo mundo aplaudindo, batendo palmas pra ela não.

    A vocação é avaliada quando a pessoa passa pela humilhação, pela via crucis, pelo martírio, pelo calvário, e está na cruz crucificada com Jesus Cristo, sendo desprezada por todo mundo, insultadola, perseguida, injustiçada, caluniada, ... e ela está ali perseverante, firme e fiel até o fim.

    É exatamente aqui que a vocação é avaliada.

    É aqui que o sim dado é validado no amor a Jesus, onde a pessoa diz: É aqui que vou ficar até a morte. Pois se Jesus passou pela morte eu com ele, unido a ele passarei também.

    Mesmo que percebamos que as coisas não estejam nada bem para o nosso lado, Jesus está ali dizendo: aguenta firme servo bom e fiel, não tenha medo das injúrias, da perseguição, ... vai em frente.

    Quem diz em uma comunidade que não quer carregar cruz, coitado desse discípulo, não entendeu foi nada sobre o que é seguir a Jesus Cristo.

    Toda Vocação é avaliada pelo chamado, e não pelo que se está vivendo na comunidade feita de pecadores não.

    Todos nós precisamos um do outro.

    E na comunidade passamos pelo “esmeril” burilando», onde um vai se bstendo com o outro, precisamos passar pelo processo de lapidação, por um polimento intenso, transformando a pedra bruto em algo precioso. O processo contínuo de polir é necessário para se alcançar a perfeição.

    É na humilhação que eu vou evangelizar, assim como os discipulos foram.

    Agora o que não podenos fazer, é como o ingrato e desobediente Lutero, que ao se deparar com os muitos defeitos se achou o tal e disse: estou indo embora! Largou a Igreja de Jesus, e fundou outra igreja.

    Precisamos ser é como são Francisco de Assis, que mesmo vendo os muitos defeitos da Igreja permaneceu firme, continuou ali na humildade, no caminho, na única verdeda, seguindo, servindo e sendo fiel.

    É bom quando na comunidade tem as coisinhas, porque é nesse exato momento que vamos provar pra Jesus se O amamos mesmo; é nesse momento que queremos dizer pra Jesus que queremos viver a reconciliação; é nesse momento que querermos viver com ele e mostrar pra ele que realmente ele nos chamou para fazer parte do carisma e evangelizar através dele.

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  17. Temos plena consciência de que Satanás está muito irado com aquele que decide ficar, permanecer, seguir e servir a Jesus no carisma DJC. Porque ele sabe que o DJC é um designio de Deus. E aquele que continuar fiel servindo e evangelizando com a vida vai continuar sofrendo combates espirituais.

    Nosso Carisma é pra esse tempo de perseguição em que será mais difícil se dizer sim a Deus. Quanto mais se aproxima a volta de Jesus, mais difícil será permanecer fiel e evangelizar.

    Os embates que enfrentamos para levar nosso Carisma, nosso ministério adiante, será muito maior do que daqueles que não estão em uma conunidade.

    Porque além do meu (seu, nosso) ministério que é um desígnio de Deus, existe o sob, ou seja o meu (seu, nosso) ministério está sob, o carisma DJC. Nada é maior que um carisma. Nemum ministério existe sem a graça do carisma essa é a verdade.

    Se o carisma, o ministério é para a evangelização e o resgate de muitas almas, é claro e óbvio que o inimigo nunca vai estar feliz, ele vai se opor 24 horas.

    Por isso precisamos rezar incessantemente, fazer Jejum, penitência, dobrar os joelhos em adoração, porque a nossa vida está nos condimentos de Deus, está no coração do Senhor, ele sabe, ele vê a luta, o suor que cada um que vive dentro na obra todos os dias pra manter o carisma vivo pelo amor a Deus.

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  18. Esse é o momento de muito jubilo, de louvor e agradecimento a Deus pelo carisma DJC.

    Por tudo que ele foi e ainda está fazendo dentro desse carisma e dentre de cada im de nós.

    Com o salmista rezamos o salmo 115, em que a letra exalta o reconhecimento dos benefícios de Deus e a entrega da própria vida: “Que poderei eu retribuir ao Senhor Deus por tufo aquilo que ele fez em meu favor”.

    Este salmo nos faz lembrar que o agradecimento deve vir de um coração sincero, reconhecendo a vida e as bênçãos como dons de Deus.

    É bem dificil conviver com a santidade desse carisma DJC no dia a dia, é bem desafiante, se não rezar, humanamete falando não se consegue levar pelas próprias forças.

    Entendemos hoje que o carisma fimdacional é santo.

    Que o DJC é vontade de Deus e que estamos imersos nesse carisma.

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  19. O carisma DJC é a via concreta para cada um de nós evangelizar alcançar a santidade e fazer multiplicar.

    As casas do DJC deva ser um clima espiritual agradável, diferente e muito bom, em que a pessoa ao entrar logo sinta a paz de Deus. Mesmo que alguém não tenha dons carismáticos, místicos e nem sensitivos demais, mas logo de cara ao entrar no DJC deva sentir essa graça e essa paz que vem de Jesus. Porque quando alguém tem a sintonia espiritual se consegue sentir e ver quando é uma coisa de faxada e quando ela tem profundidade. Mesmo sendo humanos, mesmo em meio aos muitos defeitos e pecados que temos, deva haver uma disponibilidade em cada um para que Deus haja, para que se faça a graça acontecer, porque toda pessoa disponível que se entrega a Deus de verdade deseja que ele faça a transformação, triture e passe no moinho a tal ponto que seja modelada por ele.

    Precisamos enxergar e entender que Deus está no DJC.

    E precisamos defender essa obra, nos tornar como verdadeiros malucos, que vamos ter que vestir a camisa e como verdadeiros advogados unidos ao Espirito Santo claro, lutar em defesa dessa obra de Deus e pelos frutos de salvação que ela está a produzir: quantos milagres, quantas graças, quantas curas, quantas vidas transformadas, quantos testemunhos.

    Na nossa vida de espiritualidade Deus muitas vezes nos surpeende. Nós nos deparamos com o impossível, e nos aproximamos de Deus querendo alguma coisa: um milagre.

    Só que Jesus é que se aproxima de nós de forma diferente: ele vem como criança, ele vem como cruscificado que diz tenho sede, ele pede algo de nós e temos que fazer.

    Mas Deus sempre nos surpreende pedindo algo. Nós querermos algo de Deus, mas ele quer algo de nós, isso é um grande gesto de amor.

    Jesus amando a samaritana pede a ela: da-me de beber.

    E Jesus pede a cada um de nós: amor. Pede a cada um de nós que o amemos de verdade.

    Jesus tem sede na nossa fé, ele tem sede do nosso amor independente do que nós sejamos, nunca nos tornemos indignos de amar Jesus, ele quer o nosso amor.

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  20. "Não é preciso ser perfeito para seguir uma vocação!"

    A Vocação DJC não é um chamado para os santos, para os perfeitos, mas sim para os disponíveis, com os seus muitos limites, os medos, as histórias reais.

    Deus chamou e nos chamou para ser DJC, para nos curar, nos moldar, nos libertar, e nos santificar ao passo que vemos caminhando e mergulhando.

    Deus não espera que venhamos prontos e com tudo já resolvido, mas ele mesmo que chamou é que vai resolvendo, colocando tudo no seu devido lugar, não em um passe de mágica, mas ao passo que cada um vai caminhando, se entregando, servindo e sendo fiel.

    Ele espera o nosso sim todo dia, com tudo o que nós somos, inclusive com nossas fragilidades e imperfeições.

    É no seguimento de Jesus, é caminhando, é crescendo, sendo fiel, é evangelizando que Deus vai formando, curando, libertando e conduzindo.

    No nosso coração, já existe a graça, a chama ardente do Ser DJC, então já é o começo, o que nos resta é desejar continuar caminhando, crescendo, servindo, lutando pelas tentações, persistindo, sendo fiel ... e confiando no poder de Deus.

    Se até aqui alguém não buscou a santidade como devia é hora de emendar-se, de buscar essa santidade com profundidade, com amor ao carisma que o elegeu. Foi Deus quem elegeu e não se pode negar ou renegar esse carisma tão sagrado e tão divino. Não dá pra dizer não, é precisa se lançar cada vez mais, não dá pra negar e nem voltar pois o barco já está em

    É próprio do DJC querer que quem foi pescado pescar outros, ou seja, carisma de multiplicação.

    O Carisma Vocacional não é um carisma pessoal, mas comunitário, ou seja, comum a todos membros do DJC. Ele une e dá o mesmo estilo de vida e missão a todos os outros carismas individuais dentro do DJC. Somos Igreja com o estilo DJC. Por exemplo, existe um jeito de ser próprio dos franciscanos dentro da Igreja, sua espiritualidade, seu hábito, suas casas, o modo como evangelizam e conduzem as paróquias. De igual forma existe um jeito de ser próprio das carmelitas, Canção Nova, Caminho Neocatecumenal, redentoristas e assim por diante. Cada instituição tem um jeito de ser dentro da Igreja, uma espécie de DNA espiritual que tem raízes no Carisma Fundacional.

    O DJC é uma escola. Não se pode cortar o que é próprio da graça do carisma, porque vem da sua própria fundação.

    Não se pode ter só Siloé no DJC, etc, tem que ter o grupo de Evangelização, pra santificação e multiplicação, por ser ele uma escola.

    Temos que fazer nossa parte zelando pelo carisma DJC para que ele não morra.

    Como também continuarmos caminhando no carisma fundacional, nos esforçando na caminhada com Deus pela graça do Espírito Santo (perfeição espiritual), e não terminarmos na carne (fracasso, decepção, traição, soberba, ingratidão).

    Temos que evangelizar com o DJC, e como DJC conforme nosso Carisma Vocacional.

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  21. Vendo aqui

    Só Roberto, Marliene e Sheila escutaram a voz do pastor

    Todos outros dcas e nazireus estão na desobediência

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