DJC, nosso estilo de Ser Igreja
Somos Igreja com o estilo DJC. A
Fraternidade de Aliança, por ser o núcleo do nosso Movimento, é também o seu
centro de unidade e maior expressão do nosso Carisma Vocacional.
1 - Apostolicam Actuositatem
Nossa primeira meditação será com o Decreto
Apostolicam Actuositatem do Concílio Vaticano II, sobre o Apostolado dos
Leigos:
O apostolado dos leigos, que deriva da própria
vocação cristã, jamais poderá faltar na Igreja. A mesma Sagrada Escritura
demonstra abundantemente como foi espontânea e frutuosa esta atividade no começo
da Igreja (At 11,19-21; 18,26; Rm 16,1-16; Fl 4,3).
A Igreja nasceu para tornar todos os homens
participantes da redenção salvadora e, por eles, ordenar efetivamente a Cristo
o universo inteiro, dilatando pelo mundo o seu reino para glória de Deus Pai.
Toda a atividade do Corpo Místico que a este fim se oriente, chama-se
apostolado. A Igreja exerce-o de diversas maneiras, por meio de todos os seus
membros, já que a vocação cristã é também, por sua própria natureza, vocação ao
apostolado. Do mesmo modo que num corpo vivo nenhum membro tem um papel
meramente passivo, mas antes, juntamente com a vida do corpo, também participa
na sua atividade, assim também no Corpo de Cristo, que é a Igreja, todo o corpo
«cresce segundo a operação própria de cada um dos seus membros» (Ef 4,16). Mais
ainda: é tanta neste corpo a conexão e coesão dos membros (Ef 4,16), que se
deve dizer que não aproveita nem à Igreja nem a si mesmo aquele membro que não
trabalhar para o crescimento do corpo, segundo a própria capacidade.
Existe na Igreja diversidade de funções, mas
unidade de missão. Aos Apóstolos e seus sucessores, confiou Cristo a missão de
ensinar, santificar e governar em seu nome e com o seu poder. Mas os leigos,
dado que são participantes do múnus sacerdotal, profético e real de Cristo, têm
um papel próprio a desempenhar na missão do inteiro Povo de Deus, na Igreja e
no mundo. Exercem, com efeito, apostolado com a sua ação para evangelizar e
santificar os homens e para impregnar e aperfeiçoar a ordem temporal com o espírito
do Evangelho; deste modo, a sua atividade nesta ordem dá claro testemunho de
Cristo e contribui para a salvação dos homens. E sendo próprio do estado dos
leigos viver no meio do mundo e das ocupações seculares, eles são chamados por
Deus para, cheios de fervor cristão, exercerem como fermento o seu apostolado
no meio do mundo.
O dever e o direito ao apostolado advêm aos leigos
da sua mesma união com Cristo cabeça. Com efeito, inseridos pelo Batismo no
Corpo Místico de Cristo, e robustecidos pela Confirmação com a força do
Espírito Santo, é pelo Senhor mesmo que são destinados ao apostolado. São
consagrados em ordem a um sacerdócio real e um povo santo (1Pd 2,4-10) para que
todas as suas atividades sejam oblações espirituais e por toda a terra deem
testemunho de Cristo. E os sacramentos, sobretudo a sagrada Eucaristia,
comunicam e alimentam neles aquele amor que é a alma de todo o apostolado.
O Espírito Santo - que opera a santificação do Povo
de Deus por meio do ministério e dos sacramentos - concede também aos fiéis,
para exercerem este apostolado, dons particulares (1Cor 12,7), «distribuindo-os
por cada um conforme lhe apraz» (1Cor 12,11), a fim de que «cada um ponha ao
serviço dos outros a graça que recebeu» e todos atuem, «como bons
administradores da multiforme graça de Deus» (1Pd 4,10), para a edificação, no
amor, do corpo todo (Ef4,). A recepção destes carismas, mesmo dos mais simples,
confere a cada um dos fiéis o direito e o dever de os atuar na Igreja e no
mundo, para bem dos homens e edificação da Igreja, na liberdade do Espírito Santo,
que sopra onde quer (Jo 3,8) e, simultaneamente, em comunhão com os outros
irmãos em Cristo, sobretudo com os próprios pastores; a estes compete julgar da
sua autenticidade e exercício ordenado, não de modo a apagarem o Espírito, mas
para que tudo apreciem e retenham o que é bom (1Tes 5,12.19.21).
A obra redentora de Cristo, que por natureza visa
salvar os homens, compreende também a restauração de toda a ordem temporal. Daí
que a missão da Igreja consiste não só em levar aos homens a mensagem e a graça
de Cristo, mas também em penetrar e atuar com o espírito do Evangelho as
realidades temporais. Por este motivo, os leigos, realizando esta missão da
Igreja, exercem o seu apostolado tanto na Igreja como no mundo, tanto na ordem
espiritual como na temporal. Estas ordens, embora distintas, estão de tal modo
unidas no único desígnio divino que o próprio Deus pretende reintegrar, em
Cristo, o universo inteiro, numa nova criatura, dum modo incoativo na terra,
plenamente no último dia. O leigo, que é simultaneamente fiel e cidadão, deve
sempre guiar-se, em ambas as ordens, por uma única consciência, a cristã.
Inúmeras oportunidades se oferecem aos leigos para
exercerem o apostolado de evangelização e santificação. O próprio testemunho da
vida cristã e as obras, feitas com espírito sobrenatural, têm eficácia para
atrair os homens à fé e a Deus; diz o Senhor: «Assim brilhe a vossa luz diante
dos homens, de modo que vejam as vossas boas obras e deem glória ao vosso Pai
que está nos céus» (Mt 5,16).
Este apostolado, contudo, não consiste apenas no
testemunho da vida; o verdadeiro apóstolo busca ocasiões de anunciar Cristo por
palavra, quer aos não crentes para os levar à fé, quer aos fiéis, para os
instruir, confirmar e animar a uma vida fervorosa; «com efeito, o amor de
Cristo estimula-nos» (2Cor 5,14); e devem encontrar eco no coração de todos
aquelas palavras do Apóstolo: «ai de mim, se não prego o Evangelho» (1Cor
9,16).
Porque participam no múnus sacerdotal, profético e
real de Cristo, têm os leigos parte ativa na vida e ação da Igreja. A sua ação
dentro das comunidades eclesiais é tão necessária que, sem ela, o próprio
apostolado dos pastores não pode conseguir, a maior parte das vezes, todo o seu
efeito. Porque os leigos com verdadeira mentalidade apostólica, à imagem
daqueles homens e mulheres que ajudavam Paulo na propagação do Evangelho (At
18,18, 20; Rm 16,3), suprem o que falta a seus irmãos e revigoram o espírito
dos pastores e dos outros membros do povo fiel (1Cor 16,17-18). Pois eles,
fortalecidos pela participação ativa na vida litúrgica da comunidade,
empenham-se nas obras apostólicas da mesma. Conduzem à Igreja os homens que
porventura andem longe, cooperam intensamente na comunicação da palavra de
Deus, sobretudo pela atividade catequética, e tornam mais eficaz, com o
contributo da sua competência, a cura de almas e até a administração dos bens
da Igreja.
A paróquia dá-nos um exemplo claro de apostolado
comunitário porque congrega numa unidade toda a diversidade humana que aí se
encontra e a insere na universalidade da Igreja. Acostumem-se os leigos a
trabalhar na paróquia intimamente unidos aos seus sacerdotes, a trazer para a
comunidade eclesial os próprios problemas e os do mundo e as questões que dizem
respeito à salvação dos homens, para que se examinem e resolvam no confronto de
vários pareceres. Acostumem-se, por fim, a prestar auxílio a toda a iniciativa
apostólica e missionária da sua comunidade eclesial na medida das próprias
forças.
Os leigos podem exercer a sua ação apostólica quer
como indivíduos quer unidos em diversas comunidades e associações.
Os fiéis são chamados a exercer o apostolado
individual nas diversas condições da sua vida. Lembrem-se, contudo, que o homem
é, por natureza, social, e que aprouve ao Senhor unir um Povo de Deus (1Pd
2,5-10) e num corpo (1Cor 12,12) os que creem em Cristo. Portanto, o apostolado
em associação responde com fidelidade à exigência humana e cristã dos fiéis e
é, ao mesmo tempo, sinal da comunhão e da unidade da Igreja em Cristo que
disse: «Onde estão dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles
(Mt. 18,20).
Os fiéis exerçam, por conseguinte, o seu apostolado
trabalhando para um só fim. Sejam apóstolos assim nas suas comunidades
familiares como nas paróquias e dioceses, as quais exprimem a índole
comunitária do apostolado. Exerçam-no também nas associações livres que
resolverem formar.
O apostolado em associação é de grande importância
também porque, nas comunidades eclesiais e nos vários meios, o apostolado exige
com frequência ser realizado mediante a ação comum. As associações criadas para
a ação apostólica comum fortalecem os seus membros e formam-nos para o
apostolado. Além disso, distribuem ordenadamente e orientam o seu trabalho
apostólico, de modo que se podem esperar daí frutos muito mais abundantes do
que se agisse cada um por sua conta.
Há uma grande variedade de associações de
apostolado. Umas propõem-se o fim apostólico geral da Igreja. Outras, de modo
particular, fins de evangelização e santificação. Outras, ainda, têm como fim
animar cristãmente a ordem temporal. Finalmente, algumas dão testemunho de
Cristo, de modo especial, pelas obras de misericórdia e de caridade.
Entre estas associações são de considerar, antes de
mais, aquelas que fomentam e promovem uma unidade mais íntima entre a vida
prática dos membros e a sua fé. As associações não têm em si o seu fim, mas
devem servir à missão que a Igreja tem de cumprir para com o mundo. A sua força
apostólica depende da conformidade com os fins da Igreja e do testemunho
cristão e espírito evangélico de cada um dos membros e de toda a associação.
O dever universal da missão da Igreja, dado o
progresso das instituições e, ao mesmo tempo, o impulso do desenvolvimento da
sociedade moderna, exige que as iniciativas apostólicas dos católicos
aperfeiçoem cada vez mais as formas associadas no campo internacional. As
Organizações Católicas Internacionais conseguirão melhor o seu fim se as
associações que as formam e os seus membros a elas se unirem mais intimamente.
Respeitada a devida relação com a autoridade
eclesiásticas, os leigos têm o direito de fundar associações, governá-las, e,
uma vez fundadas, dar-lhes um nome. Deve-se, contudo, evitar a dispersão de
forças que se verifica se se promovem, sem razão suficiente, novas associações
e obras, ou se se mantêm, sem utilidade, associações ou métodos obsoletos. Nem
sempre será oportuno que formas criadas numa nação sejam trasladadas, sem
critério, para outras.
Os leigos, cooperando a seu modo com a Hierarquia,
contribuem com a sua experiência e assumem a sua responsabilidade no governo
destas organizações, no estudo das condições em que a ação pastoral da Igreja
se deve exercer e na elaboração e execução dos planos a realizar.
Os leigos agem unidos como um corpo orgânico, para
que se manifeste com maior evidência a comunidade da Igreja e o apostolado seja
mais eficaz.
Tenham-se na devida estima todas as associações de
apostolado. Mas aquelas que a Hierarquia, segundo as necessidades do tempo e do
lugar, louvar, recomendar ou mandar instituir como mais urgentes, devem ser
tidas em alto apreço e ser promovidas pelos sacerdotes, religiosos e leigos,
segundo a maneira que lhes é própria. Entre elas, porém, devem-se hoje contar
sobretudo as associações ou agrupamentos internacionais de católicos.
Tanto os Bispos como os párocos e demais sacerdotes
de ambos os cleros, devem ter presente que o direito e dever de exercer o
apostolado são comuns a todos os fiéis, clérigos e leigos, e que também estes
últimos têm um papel a desempenhar na edificação da Igreja. Tratem, pois,
fraternalmente com os leigos na Igreja e para a Igreja, e tenham deles cuidado
especial nas suas obras apostólicas.
A plena eficácia do apostolado só se pode alcançar
com uma formação multiforme e integral. Exigem-na tanto o contínuo progresso
espiritual e doutrinal do próprio leigo, como as diversas circunstâncias de
coisas, pessoas e encargos a que a sua atividade se deve acomodar. Além da
formação comum a todos os cristãos, não poucas formas de apostolado requerem
uma formação peculiar e específica, por causa da diversidade de pessoas e
circunstâncias.
Para os leigos consagrados ao apostolado, existem
já muitos meios por exemplo, sessões, congressos, recolecções, exercícios
espirituais, reuniões frequentes, conferências, livros, revistas para se
conseguir um mais perfeito conhecimento da Sagrada Escritura e da doutrina
católica, para alimentar a vida espiritual e ainda para conhecer o estado do
mundo e para encontrar e cultivar métodos adaptados.
Por isso, o sagrado Concílio pede instantemente no
Senhor a todos os leigos que respondam com decisão de vontade, ânimo generoso e
disponibilidade de coração à voz de Cristo, que nesta hora os convida com maior
insistência, e ao impulso do Espírito Santo. Os mais novos tomem como dirigido
a si de modo particular este chamamento, e recebam-no com alegria e
magnanimidade. Com efeito, é o próprio Senhor que, por meio deste sagrado
Concílio, mais uma vez convida todos os leigos a que se unam a Ele cada vez mais
intimamente, e sentindo como próprio o que é d'Ele (Fl 2,5), se associem à Sua
missão salvadora. É Ele quem de novo os envia a todas as cidades e lugares
aonde há-de chegar (Lc 10,1); para que, nas diversas formas e modalidades do
apostolado único da Igreja, se tornem verdadeiros cooperadores de Cristo,
trabalhando sempre na obra do Senhor com plena consciência de que o seu trabalho
não é vão no Senhor (1Cor 15,28).
Papa Paulo VI
2 - Identidade DJC
O Papa Paulo VI falava no Decreto Apostolicam
Actuositatem do Concílio Vaticano II, sobre o Apostolado dos Leigos, que há “uma
grande variedade de associações de apostolado. Umas propõem-se o fim apostólico
geral da Igreja. Outras, de modo particular, fins de evangelização e
santificação. Outras, ainda, têm como fim animar cristãmente a ordem temporal.
Finalmente, algumas dão testemunho de Cristo, de modo especial, pelas obras de
misericórdia e de caridade. Entre estas associações são de considerar, antes de
mais, aquelas que fomentam e promovem uma unidade mais íntima entre a vida
prática dos membros e a sua fé. As associações não têm em si o seu fim, mas
devem servir à missão que a Igreja tem de cumprir para com o mundo. A sua força
apostólica depende da conformidade com os fins da Igreja e do testemunho
cristão e espírito evangélico de cada um dos membros e de toda a associação.”
A Identidade do DJC está enraiada dentro da
orientação geral da Igreja sore o Apostolado dos Leigos. O DJC nasceu na Igreja
e para a Igreja. Ele não tem em si o seu fim, mas deve servir à missão que a
Igreja tem de cumprir no mundo. A sua força apostólica depende da conformidade
com os fins da Igreja e do testemunho cristão e espírito evangélico de cada um
dos membros e de toda movimento.
A nossa Identidade DJC começou a ser gerada no Carisma
Fundacional desde a inspiração inicial fundante:
Jo 15,8 Meu Pai é glorificado quando vocês são meus discípulos e
produzem muitos frutos!
Esta inspiração também está presente no
direcionamento de Paulo a Timóteo: “O que você aprendeu de mim, ensine a outras
pessoas, que por sua vez ensinem a outras pessoas” (2Tm 2,2). Por isso o DJC é
um movimento paulino.
Somos o Movimento Católico de Evangelização
Discipulado de Jesus Cristo, como um certo dia o Espírito Santo resumiu no
coração da Socorrinha, na varanda da sua casa.
-
Movimento
Uma
moção, um mover do Espírito Santo, uma força maior nos colocou em movimento. E
este movimento nunca pode parar, caso contrário deixa de ser movimento e vira
estagnação.
Por
isso necessitamos tanto da Espiritualidade da Caminhada, porque sem a força de
Deus não temos como continuar a nossa vida e missão.
A
oração é a fonte de vitalidade e a força do DJC, por isso ela é sempre a grande
prioridade!
-
Católico
Somos
Católicos Apostólicos Romanos na fé e na doutrina. Como diz Bento XVI, os
princípios da fé são inegociáveis.
A
nossa alegria é sermos católicos na ortodoxia e na ortopráxis. Sou católico,
graças a Deus!
Tudo
no DJC deve ser fundamentado na Palavra de Deus, sempre dentro do horizonte
doutrinário da Igreja.
-
De Evangelização
A
nossa missão é evangelizar, para que todos os povos sejam discípulos de Jesus,
o Pai Celeste seja glorificado e o seu Reino de Salvação se expanda pela face
da terra (Jo 15).
Quando
todos forem discípulos do Senhor, o conhecimento de Deus se espalhará e
existirão “novos céus e nova terra”.
Enquanto
não chega a parusia, vamos semeando e colhendo frutos de vida nova, porque Deus
vai abençoando no decorrer da caminhada e tudo vai concorrendo para o bem
daqueles que o amam.
Por
isso, todos que caminham no DJC devem evangelizar, naquela perspectiva de SER e
FAZER discípulos onde estiver, com quem estiver e como puder.
A nossa Identidade DJC é a nossa personalidade, o
modo como somos e agimos na Igreja e na sociedade desde a fundação. Esta é a nossa Vocação e
Missão: Ser e Fazer Discípulos no Caminho da Palavra de Deus e do Espírito
Santo. Assim, todas pessoas que forem atraídas pelo Carisma
Fundacional do DJC têm o mesmo Carisma Vocacional do DJC, o mesmo estilo de
vida e missão do DJC dentro da Igreja. Enquanto o Carisma Fundacional originou
a instituição DJC, o Carisma Vocacional faz com que ele cresça e se perpetue no
seio da Igreja.
O Carisma Vocacional não é um carisma pessoal, mas
comunitário, ou seja, comum a todos membros do DJC. Ele une e dá o mesmo estilo
de vida e missão a todos os outros carismas individuais dentro do DJC. Somos
Igreja com o estilo DJC. Por exemplo, existe um jeito de ser próprio dos
franciscanos dentro da Igreja, sua espiritualidade, seu hábito, suas casas, o
modo como evangelizam e conduzem as paróquias. De igual forma existe um jeito
de ser próprio das carmelitas, Canção Nova, Caminho Neocatecumenal,
redentoristas e assim por diante. Cada instituição tem um jeito de ser dentro
da Igreja, uma espécie de DNA espiritual que tem raízes no Carisma Fundacional.
O DJC é essencialmente um Movimento Católico de
Evangelização intencional na própria família, na sociedade e no continente
digital para Ser e
Fazer Discípulos no Caminho da Palavra de Deus e do Espírito Santo.
Nosso Carisma Vocacional tem quatro aspectos que direcionam a nossa vida e
missão com estilo próprio:
- Movimento da Escola de Jesus
O DJC é a Escola de Jesus para pescar, acolher e
formar os Discípulos no Caminho da Palavra de Deus e do Espírito Santo.
Os Temários do DJC dão o ritmo e o foco da Caminhada
Discipular desde os inícios.
- Movimento da Palavra de Deus
Tudo no DJC deve ser na Meditação Orante da Palavra
de Deus e dentro do horizonte doutrinário da Igreja Católica Apostólica Romana.
- Movimento do Espírito Santo
Tudo no DJC deve ser no Espírito de Pentecostes,
seu batismo, unção, dons, frutos e carismas.
- Movimento da
Evangelização Digital
Somos uma grande família em oração e em missão na
internet a partir do Portal DJC Brasil.
Orando e evangelizando!
Para o DJC, a evangelização digital não é uma
atividade a mais. É carisma vocacional, chamado de Deus e não do homem. Por
isso todo DJC deve evangelizar de forma intencional na família, na sociedade e
também no continente digital a partir do Portal DJC Brasil.
A Espiritualidade Pascal da Caminhada que sustenta
a nossa vida e missão é cristocêntrica, da Palavra e da Eucaristia. No decorrer
da Caminhada Discipular todos devem ser irmãos, orar no Espírito Santo, meditar
a Palavra de Deus, celebrar a Eucaristia e cultivar a devoção à Sagrada Família
e São Paulo Apóstolo.
Sendo Jesus Salvador o Caminho que conduz para a
Verdade e a Vida, a vida cristã é uma caminhada no seguimento dos seus passos,
na graça do Espírito Santo.
Tudo que fazemos (oração, reunião, lazer,
profissão, missão, etc) deve ser visto e concebido como um passo que,
concatenado a outros passos, concorrerá para o bem de todos que amam a Deus e
para o crescimento do Discípulo no Caminho da Perfeição.
3 - Como um
exército em ordem de batalha
Desde
os inícios o DJC foi chamado por Deus para ser como um exército em ordem de
batalha. Isto vem desde a profecia de Ezequiel 37 que ilumina toda primeira
etapa do Reavivamento.
Na
visão profética do vale de ossos secos, aqueles que foram reavivados pelo
Espírito Santo, em pé, formaram um exército imenso. Isto significa que, lá nos
inícios da caminhada, quando Deus batiza um filho no Espírito Santo e o faz
ficar em pé, em posição de ressuscitado da morte e liberto de toda sepultura,
ele já sonha em ver este filho como um verdadeiro soldado do seu exército. Por
isso, na dita visão profética, aqueles que ressuscitaram, em pé, formaram um
exército imenso.
O
batismo no Espírito Santo reaviva e põe o discípulo em movimento e crescimento
até que seja um soldado de Deus. Desta forma, o Mandato Missionário é fruto do
batismo no Espírito Santo.
É
importante que o Discípulo Missionário tenha esta consciência de que é soldado
de Jesus, faz parte do exército de Deus e deve ser proativo, sempre em ordem de
batalha. Soldado bom não pode cochilar e deve estar preparado para a guerra.
Todo
exército tem um general, quartéis e batalhões. No DJC o nosso General é Cristo,
cada casa é um quartel e cada Organismo é um batalhão. O soldado só consegue caminhar
em um batalhão. Mas um batalhão está em rede com os outros batalhões e devem
agir estrategicamente pra vencer a guerra. Sob o comando de Jesus, devem atuar
todos juntos, ao mesmo tempo e por todos os lados para alcançar a vitória, a
destruição do mal e a salvação da humanidade.
O
mundo de hoje é muito desafiante, os demônios e os obreiros da maldade estão em
ação. Jesus mesmo nos alertava que muitas vezes os filhos das trevas são mais
espertos do que os filhos da luz. Nada disso é faz de conta, tudo isso é real
mesmo. Neste momento os demônios e o mundo estão seduzindo os filhos de Deus,
destruindo as famílias, viciando a juventude, matando de diversas maneiras. Se
não tivermos esta consciência, entramos no campo de batalha com ingenuidade,
enquanto que inimigo contra-ataca com toda força, tecnologia, estratégia e
maldade.
Os
tempos não estão para brincadeira. Evangelização hoje em dia não é faz de
conta. Tem que ser pra valer. Meios de comunicação, universidades, seitas,
organizações diabólicas, tudo isso está em ação e destroçando tudo pela frente,
fazendo a cabeça das pessoas, distanciando tudo e todos do projeto de Deus.
O
mistério da iniquidade está em ação, o anticristo já está no meio de nós a
serviço da Besta. Por isso, o DJC tem que ser, viver e agir realmente como um
exército em ordem de batalha, com unção, estratégia, comando, ministerialidade
e ação. E vamos vencer a guerra em comunhão submissa com a Igreja, em Nome
Jesus, o nosso General.
Ser
como um exército em ordem de batalha faz parte do Carisma Vocacional do DJC.
Todo Discípulo Missionário poderá se inspirar no Apóstolo Paulo, que depois da
conversão mudou de exército e se tornou um verdadeiro soldado de Jesus.
1Tm 1,12 Dou
graças a Cristo Jesus, nosso Senhor, que, apesar de eu anteriormente ser
blasfemo, perseguidor e insolente, me fortaleceu, confiou em mim e me tomou
para o seu serviço.
Nesta
perspectiva, o DJC deve focar a Vocação, o chamado específico que Deus nos fez
desde a Fundação: Ser e Fazer Discípulos no Caminho da Palavra de Deus e do
Espírito Santo! Da mesma forma como um hospital está a serviço da saúde e uma
escola está a serviço da educação; da mesma forma como a Ordem das Irmãs
Carmelitas está a serviço da intercessão permanente, a Congregação dos Padres
Camilianos está serviço dos enfermos e a Congregação dos Padres Paulinos está a
serviço das comunicações, o Movimento Católico de Evangelização Discipulado de
Jesus Cristo está a serviço da pescaria e formação dos Discípulos no Caminho da
Palavra de Deus e do Espírito Santo.
Cada
uma dessas instituições, focando e priorizando o que lhe é próprio, prestam um
grande serviço à Igreja e à sociedade. Para bem servir com eficácia, cada uma
dessas instituições acima não pode ficar navegando entre várias funções, pois
com o tempo não vai se especializar e crescer na qualidade do serviço que devem
prestar ao Reino de Deus dentro da Igreja. Assim, o DJC também não pode abraçar
tudo e esquecer de priorizar e crescer na sua missão específica para o qual foi
fundado.
Pescando
e formando discípulos, estamos fazendo um grande bem e exercendo uma grande
caridade. Pois é a caridade de Cristo que nos impele a evangelizar e formar
homens novos para uma nova sociedade. Formando discípulos, estamos realizando
na graça de Cristo uma grande obra de salvação, mas ao mesmo tempo também
estamos fazendo uma grande obra social. Pois formar a pessoa como discípula de
Jesus significa ajudá-la a vir à luz, nascer de novo, a mudar de mentalidade, a
sair dos vícios, trevas e escravidões. Numa palavra, significa ajudar a pessoa
a viver a vida em plenitude em todas as áreas da sua existência, inclusive no
trabalho, na família, na afetividade e assim por diante.
Cada
instituição agrega em si e entre si pessoas que possam servir de acordo com a
sua missão específica. Cada um tem o seu talento próprio, mas ao final, todos
concorrem para o mesmo fim: servir ao homem de acordo com a missão própria da
instituição. Em um hospital, a maioria dos funcionários são os agentes de saúde
(médicos, enfermeiras, técnicos de enfermagem, etc). Em uma escola, a maioria
dos servidores são educadores. Na Congregação dos Padres Eudistas, todos são
treinados para trabalhar na formação dos novos sacerdotes, e assim por diante.
No DJC, todos os Discípulos devem ser formados para pescar e formar discípulos
de forma intencional nos eventos de evangelização, Siloé, Grupos de
Evangelização, internet, etc.
Quando
um jovem deseja ser Padre Camiliano, além de ter o chamado de Deus para o
sacerdócio comum a todos os padres, ele também deve ter o chamado específico
para trabalhar nos hospitais e demais serviços de saúde da Congregação. De
igual forma, para uma pessoa ser membro do DJC, além de dever crescer como
cristã, também deve sentir o chamado de Deus para pescar e formar discípulos
dentro do Siloé, Grupos de Evangelização e Ministérios.
Vocação
é o chamado de Deus para um estilo de vida e para realizar uma missão
específica em prol da humanidade. Os Discípulos devem SER DJC e SERVIR COMO
DJC.
Vocação
é vida. E vida é prioridade. Vocação acertada, futuro feliz! Ser Discípulo e
Fazer Discípulos não é qualquer coisa, não é algo a mais, não é uma atividade
missionária a mais entre muitas que se possa abraçar aqui e acolá. É viver como
Discípulo de Jesus e realmente fazer a sua parte na Obra DJC com amor,
parresia, alegria; ajudando mesmo na pescaria e na formação de homens novos
para uma vida nova no seguimento de Jesus.
O
SER DJC dá coerência ao nosso serviço, à nossa vida e missão. Favorece a
unidade, a articulação e a cooperação entre todos os Discípulos como soldados
do mesmo exército de Deus
Ama-se
o DJC de forma concreta, vestindo a camisa, testemunhando que “SER DJC É BOM
DEMAIS”, ajudando financeiramente, convidando outros a entrarem nas suas
fileiras e batalhões, colocando a mão na massa, porque se tem consciência que a
Obra toda está serviço da Igreja e do Reino de Deus.
Só
quem é DJC, vive como DJC, sente como DJC, pensa como DJC, entende o DJC, reza
como DJC, serve como DJC e ajuda o DJC.
4 - A unidade do DJC
Existe
um ponto da visão profética de Ezequiel que as vezes cai no esquecimento, mas é
tão importante quanto o Reavivamento no Espírito Santo que põe o discípulo de
pé, como exército em ordem de batalha. É o ponto da unidade.
Mesmo
que Deus nos capacite com o seu Espírito, temos que ser unidos, porque esta
unidade é necessária para vencermos todo mal. Deus faz a parte dele, porém,
temos que fazer a nossa parte, zelando pela unidade.
Diabo
é aquele que divide. O Inimigo Oculto faz de tudo para dividir o povo de Deus e
quebrar a unidade, porque sabe que por esta brecha ele consegue realizar o seu
objetivo nefasto. Por isso ele é chamado de Diabo, aquele que divide, confunde
e coloca uns contra os outros. Às vezes somos ingênuos, nem percebemos, quando
menos esperamos, irmão está lutando contra irmão e o império do mal avançando e
ganhando vantagem.
No tempo de Ezequiel o povo de Deus estava
desunido em dois reinos que lutavam entre si desde os tempos dos filhos de
Salomão. Isto enfraqueceu o povo, abriu brecha para ação dos inimigos e deu
vantagem para o opressor. Tanto é que, nos tempos de Ezequiel, os israelitas do
Reino do Norte foram deportados para a Assíria e os israelitas do Reino do Sul
foram deportados para a Babilônia. Dois reinos enfraquecidos e lutando entre
si, em vez de serem um só Reino de Israel, assim como era nos tempos de Davi e
Salomão. Irmãos que não se ajudaram, que brigaram entre si, foram escravizados
por povos estrangeiros.
O
Diabo divide e faz uso da confusão para colocar uns contra os outros. Deus quer
a unidade e faz uso de símbolos para gerar entendimento e unidade. Por isso,
logo após falar da importância fundamental do Reavivamento no Espírito Santo,
Deus disse para o profeta:
Ez 37,16 Criatura
humana, pegue uma vara e escreva nela: “Judá e os israelitas que estão com ele”.
Depois pegue outra vara e escreva nela: “José e os israelitas que estão com
ele”. 17 Em seguida, junte as duas, de modo que formem uma vara só e fiquem
unidas em sua mão. 18 Seus conterrâneos vão perguntar: “Você não vai explicar o
que significa isso?” 19 Então você responderá para eles: “Assim diz o Senhor
Javé: Pegarei a vara de José com as tribos de Israel que estão com ele, e
juntarei com a vara de Judá, de modo que fiquem unidas em minha mão e formem
uma vara só”. 20 Pegue na mão as varas escritas e, diante deles, 21 diga: “Assim
diz o Senhor Javé: Tirarei os israelitas do meio das nações para onde foram
levados, e os reunirei de todos os povos, e os levarei de volta para a sua terra.
22 Farei deles uma só nação na terra, nos montes de Israel, e um só rei
governará sobre todos eles. Não serão mais duas nações, nem dois reinos
separados. 23 Não se contaminarão mais com seus ídolos, com suas abominações e
com seus crimes. Vou libertá-los das revoltas que os levaram a pecar. Vou
purificá-los, e eles serão o meu povo e eu serei o Deus deles. 24 O meu servo
Davi reinará sobre eles, e haverá um só pastor para todos. Eles viverão segundo
as minhas normas, observarão os meus estatutos e os colocarão em prática. 25
Eles habitarão na terra que dei ao meu servo Jacó, onde já moraram os seus
antepassados. Aí, eles vão morar em definitivo, junto com seus filhos e netos,
enquanto o meu servo Davi será o chefe deles para sempre. 26 Farei com eles uma
aliança de paz, que será uma aliança para sempre. Vou estabelecê-los e
multiplicá-los, e colocarei o meu santuário no meio deles para sempre. 27 Aí
será a minha moradia. Eu serei o Deus deles, e eles serão o meu povo. 28 Quando
eu colocar o meu santuário no meio deles para sempre, as nações ficarão sabendo
que eu sou Javé, aquele que consagra Israel”.
Vemos
pois que, além do Reavivamento no Espírito Santo, o qual é fundamental para o
exército se colocar de pé e em ordem de batalha, tem que haver unidade entre
todos os batalhões, para o exército avançar e combater de forma intencional,
eficaz e vencer a guerra. A linguagem é simbólica, mas a implicação é real. O
povo de Deus, a Igreja, e no nosso caso particular, o DJC, tem que ser unido.
Todo Discípulo, além de dever ser reavivado pelo Espírito Santo, precisa estar
em unidade com a vocação do DJC. Não se trata só de evangelizar, mas no nosso
caso, de evangelizar com e como DJC. É por isso que o movimento existe. Para
evangelizar em unidade, como um exército unido. Um por todos, todos por um, isto
é Ser DJC!
Para
alcançarmos esta unidade é preciso cultivá-la. Lembro: O Diabo divide. Deus
une. E Deus faz uso de símbolos para unir, porque símbolo é diferente de diabo.
Diabo é o que divide, símbolo significa aquilo que identifica, aquilo que une.
Os Discípulos devem estar atentos aos símbolos do DJC em vista da unidade,
mística e eficácia do trabalho de evangelização.
O
Maligno é diabólico, Deus é simbólico. Nós também devemos ser! Por isso é
importante zelar pelos símbolos do DJC, a mesma linguagem padrão, o logotipo, a
disciplina comum, o MEAD, a caracterização das nossas casas para que de longe
sejam conhecidas como casas do DJC, o comportamento, a mística e o decoro dos
Discípulos para que sejam condizentes com a vocação e missão do DJC, o amor
entre os irmãos e o respeito para com as autoridades da obra, a mística e a
qualidade DJC em cada órgão, em cada evento, em cada atividade. Tudo isso
favorece a unidade DJC e consequentemente a sua vida e missão.
Não
sejamos ingênuos. O Diabo, aquele que divide, sempre vai atacar por aí. Ele
sabe que todo exército precisa de símbolos, articulação e plano estratégico
desde os inícios. Ele sabe que um DJC sem unidade, símbolos e identidade se
perde no tempo e no espaço, em meio aos furacões e tempestades naturais ou por ele
provocadas. Mas o DJC, reavivado pelo Espírito Santo, sempre vai cultivar a
unidade, zelando pelos símbolos, mística, linguagem padrão, MEAD e disciplina
comum, do jeito que Deus o modelou a partir da inspiração inicial fundante. Um
só DJC, unido, comunicativo e combativo.
Por
tudo isso, todo Discípulo deve fazer o bom propósito da unidade do DJC dentro
do coração, porque um povo unido jamais será vencido. Lembre-se: o Maligno é
diabólico. Deus é simbólico!
A
Fraternidade de Aliança é o núcleo do Movimento DJC, portanto é o centro da
unidade. Para ela tudo converge e dela todos partem em missão.
5 - Fraternidade
de Aliança: núcleo do DJC, centro da unidade
Estamos meditando sobre a
Identidade DJC dentro deste Temário da Eclesialidade porque somos Igreja com
estilo DJC, ou seja, com o Carisma Vocacional do DJC. E a Fraternidade de
Aliança, por ser o núcleo do nosso Movimento é também o seu centro de unidade.
Ez
36,19 Assim diz o Senhor Javé: Pegarei a vara de José com as tribos de Israel
que estão com ele, e juntarei com a vara de Judá, de modo que fiquem unidas em
minha mão e formem uma vara só!
Na Igreja existem os diferentes
carismas de fundação (coletivos) que o Espírito Santo foi suscitando ao longo
da História. Os carismas de fundação (para diferenciar dos carismas
individuais) são respostas concretas, ou melhor, graças especiais de Deus para
as diversas necessidades da sua Igreja. Cada carisma de fundação gera laços
entre os seus membros (fraternidade, comunidade) e comporta um estilo de vida,
um modo de ser cristão e uma missão própria. Assim acontece, por exemplo, com
as várias congregações religiosas e os movimentos eclesiais.
Os membros de cada uma dessas
instituições eclesiais acima mencionadas têm em comum com todos os cristãos o
Ser Igreja e a comum vocação para a santidade e a missão de anunciar o
evangelho. Mas, além disso, sentem no seu coração uma atração, um carisma
vocacional para moldar toda a sua vida de acordo com o carisma fundacional do instituto
e empregar todas as suas forças na missão própria do instituto, de modo que a
sua vida cristã passa a ser dentro do ambiente do instituto e com a cara e o
estilo deste instituto.
Tão grande é a unidade entre a
vida particular do indivíduo e o carisma do instituto, que os dois se
confundem. Já não são dois, mas uma só realidade, pois se cria um verdadeiro
pacto de vida e aliança espiritual na vida e missão. O indivíduo entra nos
instituto e o instituto passa ser o conjunto dos seus membros. Por isso, é de
se esperar que o conjunto dos membros do instituto também tenham uma vida muito
próxima e parecida, inclusive com distintivos, hábitos, horários e ministérios,
pois o instituto é o conjunto deles e um só carisma fundacional, uma só regra e
uma só missão une a todos.
Dizer, eu sou tal instituto
(Sou DJC... Ser DJC é bom demais...) é a maneira alegre e espontânea que se
encontra para se identificar no seio da Igreja e da sociedade, pois tal
identificação leva consigo todo um amor e também todo um compromisso com Deus
que lhe deu o carisma e com a Igreja e o Instituto que lhe acolheram e
confirmaram. Dizer “sou tal instituto” equivale a dizer que Deus me atraiu para
este carisma de tal forma que renegá-lo, fugir dele, seria o mesmo que assinar
a sua própria frustração existencial.
A Fraternidade de Aliança é
formada pelos Discípulos que fizeram toda formação inicial e o Nazireato, e
após profundo discernimento pessoal e comunitário decidiram celebrar o
Compromisso de Aliança com Deus dentro do Carisma DJC. Sem perder a sua
personalidade, O DCA assume a Identidade DJC como sendo a sua própria
identidade e celebrar publicamente esta vocação, comprometendo-se com a vida e
a missão do DJC. Numa vida de oblação, sendo e fazendo discípulos, e assumindo
as outras dimensões da sua vida em conformidade com o Carisma DJC, o DCA será
feliz e o Pai Celeste será glorificado.
O Compromisso de Aliança não
são votos religiosos como das freiras, mas vincula o Comprometido a todo
Carisma DJC, a quem deverá ser fiel.
Em
virtude do referido princípio de discernimento, não podem ser incluídas na
categoria específica da vida consagrada, aquelas formas de compromisso, se bem
que louváveis, que alguns esposos cristãos assumem em associações ou movimentos
eclesiais, quando, com a intenção de levarem à perfeição da caridade o seu
amor, ‘como que consagrado’ já no sacramento do matrimônio, confirmam com um
voto o dever de castidade próprio da vida conjugal e, sem transcurar os seus
deveres para com os filhos, professam a pobreza e a obediência”. (João Paulo
II, Vita Consecrata, 31)
A Fraternidade de Aliança é o
lugar que Deus preparou dentro do DJC aonde os DCAs caminham como irmãos no
seguimento de Jesus, são acompanhados e são enviados para servir nos diversos
organismo do DJC. Por isso o Encontro de Aliança mensal sempre é a prioridade
das prioridades.
Aonde vão servir, os DCAs calçam as sandálias
da missão, com prontidão para SER e FAZER novos discípulos no Caminho da
Palavra de Deus. Cada casa do DJC torna-se assim um verdadeiro Discipulado de
Jesus Cristo.
A casa da Fraternidade de
Aliança é a sede do DJC Geral. Ponto de apoio dos DCAs, torna-se assim também a
referência de todo DJC.
Os DCAs vivem a plenitude do
Carisma DJC. Devem caminhar com irmãos, se ajudar, para juntos servir a Igreja
e o Reino de Deus em sintonia com o Carisma DJC.
6 -
Ser DJC na Paróquia
Respeito
e obediência ao pároco, mas sem prejudicar a vivência da Vocação DJC
Auxiliar
na catequese paroquial, etc
Continuaremos
depois
A igreja é de Cristo, fundada por ele e conduzida pelo Espírito Santo, nosso papel é sermos canais da graça, da mensagem, do amor que também é dele, uma ação fundamental do discípulo é identificar bem com o auxílio do Espírito seu ministério e principalmente não transformar num fardo, mas sempre fazer com amor e leveza todas as coisas, não estou falando de facilidades, mas de tornar as coisas menos pesadas e faz isso se unindo a Cristo e aprendendo a cuidar de pessoas, afinal é o nosso chamado sendo discípulos: amar a Deus e as pessoas.
ResponderExcluirQuanto a união, é sempre um desafio, estamos mais agitados, menos tolerantes, mais suscetíveis a reação, da mesma forma, mais provocadores, menos humildes e confusos no entendimento do nosso papel , que bom. Que temos o Espírito Santo, ele muda todas estas misérias humanas.
ResponderExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirSomos chamados a ser sal e luz na terra, por isso devemos ser discípulos ousados e assim além de ser formar Discípulos e apresentar nosso carisma vocacional para que cada pessoas sejam contagiados e se apaixonem assim como nós pelo carisma DJC
ResponderExcluirRoberto Douglas - DCA